HOSPEDAGEM DE SITES DISCO VIRTUAL CONSTRUTOR BLOG
LOCAMAIL EXCHANGE E-MAIL MARKETING
BANDA LARGA
PC PROTEGIDO
FLASH COMMUNICATION MX WINDOWS STREAMING MEDIA PODCAST
PABX VIRTUAL PORTAL DE VOZ
HOSPEDAGEM
COMÉRCIO
ELETRÔNICO
REGISTRO
DE DOMÍNIO
REVENDA SERVIÇOS
DEDICADOS
SERVIÇOS
DE E-MAIL
SERVIÇOS
DE VOZ
SEGURANÇA
ÁUDIO E
VÍDEO
ACESSO

De bike pro trampo!

Moro +/- perto da LocaWeb, a uns três quilômetros, o que dá uns 35 minutos caminhando e uns 15 a 30 minutos de carro, dependendo dos semáforos e do trânsito. Há umas três semanas, vi um colega de trabalho entrando de bike no estacionamento do escritório e resolvi fazer um teste.Conversei com o nosso RH, que prontamente providenciou uma vaga aqui no “bicicletário” do estacionamento do condomínio onde fica a LocaWeb. Parece que vaga para carro ou moto é muito difícil de se conseguir, podendo levar meses ou mesmo anos… Vaga para bicicleta foi no mesmo dia!

Tudo pronto, peguei a bicicleta e vim. Não foi com pouco receio, pois fazia muito tempo (uns 15 anos) que eu não andava de bicicleta. Mas, deu tudo certo. Cheguei aqui e meu crachá já estava liberado para entrar no estacionamento. Pedi informações de como chegar ao “bicicletário”. Desci a rampa do estacionamento e, quando cheguei perto do tal “bicicletário”: espanto!

O condomínio de escritórios onde fica a LocaWeb tem duas torres de 14 andares cada, e devem trabalhar de 50 a 100 pessoas por andar. 2 x 14 x 75 (média entre 50 e 100) = 2.100 pessoas trabalhando aqui. Arredondando para baixo – imaginando que alguns escritórios estejam vagos –, vou pensar em 1.500 pessoas trabalhando aqui (sim, eu sou engenheiro :-) ).

A razão do espanto: no “bicicletário” só havia quatro bicicletas, uma do meu colega de trabalho, uma minha e outras duas que, depois, fiquei sabendo que estão assim há algum tempo, ou seja, parece que não são usadas. Duas bicicletas em uso para 1.500 dá um uso de 0,13%. :-O. A quantidade de carros e motos é muito maior, tanto que não há vagas livres no estacionamento para estes veículos…

Bom, vai aí a minha dica: se você mora perto do trabalho, tem preguiça de ir a pé, e de carro é muito trânsito, pense em ir de bike. Se estiver com receio, experimente fazer isso uma vez por semana, no dia do rodízio. Depois aumente a freqüência. Há uma boa chance de você gostar da experiência! Mas, não esqueça do capacete para proteger a sua principal ferramenta de trabalho!

Joca_bike

Boas pedaladas!

9 comentários para “De bike pro trampo!”

  1. rafael gimenes disse:

    Interessante vi um professor da Usp que faz isso.
    Eu moro a 19 km do trabalho não tem como, tem que ser moto mesmo.

  2. Leonardo Cidral disse:

    Qualidade de vida! ;o)

  3. Marco Fonseca disse:

    POWER TO THE BIKES !
    Dicas:
    - Evitem transitar em avenidas. Peguem ruas paralelas.
    - Usem roupas claras.
    - Nada de bikes chamativas ou caras. Ladroes adoram.
    - Lembre-se: A preferencia eh do pedestre em qq situacao.
    - Para nao perder a cabeca, use capacete.

  4. Eduardo Martinez disse:

    É uma ótima opção para fugir do trânsito caótico de São Paulo.
    Eu moro a 14Km do trampo e já arrisquei fazer o percurso de bike também e foi tranquilo, eu recomendo. Se eu estivesse de carro demoraria mais!

  5. jean disse:

    Legal a idéia, mas nao chega todo suado no trampo? nao pega mal?

  6. Vinicius disse:

    Cara, moro em Brasília (aqui é impossível ir trabalhar de bike) e como eu queria ir trabalhar de bike. Sorte sua.

  7. Alexandre Oliveira disse:

    Moro próximo ao Shopping Santa Cruz e tenho experimentado ir ao trabalho, que fica próximo ao Hospital Beneficiência Portuguesa, de bicicleta. A experiência tem sido boa, mesmo com o trânsito caótico da Av. Domingos de Morais, mas a logística é um pouco complicada. O fato é que com os dias quentes nos últimos 4 meses (Dezembro/06 a Março/07) faz com que eu fique totalmente suado, e portanto é fundamental tomar uma banho. Para a minha sorte além de ter sido fácil encontrar uma vaga no “bicicletário” do trabalho, foi fácil também encontrar um pequeno vestiário no trabalho para tomar um banho. Como vocês tem driblado este problema ?

  8. Flávio Carvalho disse:

    Oi, sou Flávio Carvalho, publicitário e músico de Recife. Sou adepto da bicicleta há muitos anos. Uso minha bike como meu veículo preferencial.
    Vou para todo canto com ela. Distâncias longas ou curtas sempre vou pedalando, pois já possuo bastante resistência física, coisa que só se adquire com os anos.
    A questão do trânsito é algo que só consegue vencer o medo com o tempo, quando ganha-se agilidade e experiência. Caótico ou não, tráfego urbano é igual em todo canto, o que difere é a paciência, prudência, determinação e agilidade de cada condutor de veículo, seja este com ou sem motor.
    Logicamente que em grande cidades como Rio e Sampa a coisa é mais complicada, mas pra quem aguenta a ladronice dos governantes isso é “batata”.
    A questão do súor é controlável apenas com o tempo. Uma dica é sempre pedalar num ritmo moderado, evitando esforços bruscos. Isso não vai evitar você de suar mas fará com que sue pouco. Ande sempre com duas camisas, uma para ir na bike, de preferência clara, a fim de absorver pouco calor, e outra para trocar quando chegar.
    Leve uma pequena toalha para tirar o excesso de súor do rosto e dos braços, regiões que inevitavelmente ficam molhadas. Caso haja condições, saia com antecedência de casa, a fim de ganhar mais tempo e poder pedalar sem pressa.
    Para os que podem tomar um banho quando chegar no trabalho, façam uso. É o ideal.
    Está na hora dos brasileiros pararem de se esconderem atrás de desculpas “amarelas” e pararem de ser sedentários. Carro e moto são legais, mas tornam-se vícios prejuduciais, tão quanto as drogas lícitas e ilíctas. Vamos cuidar da saúde e do meio ambiente. Abraço a todos.

  9. Vinicius disse:

    Boas. estou “ensaiando” deixar o carro em casa de pedalar. Não moro tão longe e estou quase.
    Meu único obstáculo é o terno e a gravata, que uso todos os dias. Tem vestiário na empresa, com chuveiro, mas e para transportar o blazer???
    alguém tem uma experiência desse tipo para contar?
    valeu, abraço.

Deixar um comentário