Serpentes a bordo

em Tecnologia.

Nascida perto do natal de 1989, filha de um funcionário de um laboratório do governo holandês, Python é uma linguagem de tipagem dinâmica, orientada a objetos e voltada para a simplicidade e elegância do código. O nome, como algumas pessoas acreditam (e o título do post faz um infame trocadilho), não é relacionado com cobras ou qualquer outro tipo de réptil mas sim com o engraçado (se o seu humor for um pouco britânico) show Monty Python e foi escolhido por Guido van Rossum justamente pela irreverência (e por ele ser um fã do show).

Sendo uma linguagem interpretada, ela pode ser usada em várias plataformas como UNIX, Windows, MacOS e até em dispositivos móveis. Outras implementações podem ser usadas em outras linguagens e ambientes como Java e .NET.

Uma das primeiras coisas que chama a atenção de qualquer um que começa a estudar Python é como a identação do código define blocos e escopo de blocos, o que é estranho para qualquer um vindo de C, Java, PHP ou similares. Mas, como já dito, Python busca a elegância e simplicidade, então ao invés de ter 3 ou 4 guias de como identar ou escrever código (você entende se já teve uma discussão com o seu time se o { fica na mesma linha da declaração de um método ou na próxima…)

Mesmo sendo uma linguagem de uso geral e não tendo nascido para ser usada na web como outras linguagens, existem muitos (muitos!) frameworks para desenvolvimento para web. Em especial podemos citar o Django e o TurboGears. Ambos tentam facilitar a maioria das tarefas tediosas da web como modelar acesso ao banco de dados e fazer formulários.

E por onde começar? Existem o excelente tutorial oficial (em inglês) do python disponível aqui, além da referência mais completa de bibliotecas e módulos. Para mais recursos (e em português!), não deixe de visitar a página do Python Brasil.

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