Posts na categoria ‘Metodologias Ágeis’

30nov2010

DevOpsDays e Curso Grátis de Chef

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No próximo sábado teremos o primeiro DevOpsDays Brasil. O evento será gratuito e terá a presença de palestrantes importantes na área de Cloud e Infraestrutura de Internet. Quem fará o Keynote do evento será John Willis – VP de serviços da Opscode, empresa que está por trás do software Chef – um dos mais bem feitos softwares de Configuration Management.

Além do Keynote no evento, John se ofereceu para dar um curso GRATUITO de Chef. Esse curso será na 6a. feira que antecede o evento – dia 3 de dezembro – no auditório fornecido pela Caelum. O curso apresentará os seguintes tópicos:

  • Uma visão geral sobre o Chef
  • O componente Cookbook do Chef
  • Integração de Sistemas com Chef

O curso fornecerá uma visão rápida do Chef e da plataforma Opscode. Para fazer o curso é necessário apenas conhecimentos básicos em administração de sistemas. Conhecimento em Ruby é um plus. Faça já a sua inscrição, pois as vagas são limitadas! Todos os participantes do curso ganharão um voucher de 1 mês grátis no Cloud Server Pro da Locaweb.

DevOpsDays

Algumas palestras que já estão confirmadas para o evento:

John Willis: Keynote The Agile Enterprise, Devops and Clouds

No começo, TI era limitada pelo tempo que levava para provisionar e colocar no ar uma nova infraestrutura. Porém, com o surgimento do Cloud, podemos montar – e desmontar – um datacenter vitual inteiro instantaneamente. Isso acelera o ciclo de tempo de TI. Isso é análogo a dois outros grandes passos tecnológicos: métodos ágeis de desenvolvimento de software e o movimento “devops” de arquiteturas auto-escaláveis e auto-configuráveis. Vamos ver como o destino da nuvem, código ágil e devops estão entrelaçados, e o que isso significa para os profissionais de TI.

Nessa sessão, John Willis (o co-apresentador dos famosos podcasts Devops Café e IT Management & Cloud) nos fará entender o que é Devops e como ele pode ajudar (ou atrapalhar!) você. Essa sessão dará uma visão pragmática sobre devops, esclarecendo como Devops se aplica para você e sua empresa.

Carla Souza: Automagicaly manage your configuration

Puppet é um software open source poderoso, flexível e extensível que consiste numa linguagem declarativa para expressão configurações de sistemas, além de um cliente e um servidor para distribui-la e uma biblioteca para perceber a configuração desejada. Nessa sessão, Carla Souza mostrará as funcionalidades do Puppet, os requisitos, como funciona e porque um sysadmin irá ama-lo.

Fabio Kung: Cloud e automação: tome o controle da sua infraestrutura!

Um dos principais conceitos trazidos pelo movimento DevOps é a automação de tudo que for possível na infraestrutura. Durante esse tempo em que venho desenvolvendo produtos de Cloud, juntei algumas ideias e possibilidades que gostaria de compartilhar.

Como algumas das principais ideias e serviços do que chamamos de “Cloud” podem ajudar? Como automatizar a infraestrutura? Como isso beneficia os meus sistemas? Como isso acelera a entrega de novas funcionalidades? E a escalabilidade? Performance? Confiabilidade?

Guilherme Silveira: Deploy contínuo: pois integração contínua não basta

Integrar continuamente é uma das primeiras práticas de engenharia de software defendidas por nós agilistas. Mas ser ágil é poder se adaptar rapidamente, requer feedback rápido, inclusive do cliente. Como colocar logo em produção? Em homologação? Depois de ganhar experiência, passamos ao próximo passo natural: automatizar os processos de deploy para homologação e produção, mas passamos por questões desde dificuldades com a infraestrutura até problemas de segurança de dados. Passando por aplicações pequenas, desktop, médias, web e grandes, veremos qual a importância de efetuar deploy sempre.

Outras atrações

Além dessas palestras, o DevOpsDays terá palestras relâmpago, OpenSpaces e painéis de discussão sobre o mundo devops.

18nov2010

DevOpsDays Brasil

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É com muito orgulho que anunciamos o primeiro DevOpsDays Brasil, que será realizado no dia 4 de dezembro de 2010 e organizado com o apoio da Locaweb. O evento é gratuito e acontecerá num único dia – uma trilha organizada sobre uma série de painéis/apresentações onde encorajamos fortemente a discussão aberta entre os participantes.

Devopsdays é um evento aberto para discutir todos tópicos sobre como melhorar a interação entre o que é tradicionalmente considerado atividade de desenvolvimento e o que é tradicionalmente considerado atividade de operações.

Como nós montamos juntos uma agenda, estamos esperando que *VOCÊ* nos ajude a moldar o evento. A melhor maneira de garantir que você tire o máximo proveito do evento é fazer uma proposta ou sugestão sobre algum tópico que lhe interessa.

O formato será parecido com o Devopsdays US que aconteceu no início desse ano.

Os seguintes tópicos são *exemplos* de possíveis assuntos. Se você tiver outras ideias, conte-nos por favor!

  1. Sua kilometragem pode variar: Experiências e lições aprendidas ao enfrentar problemas de DevOps nas trincheiras de TI (mesmo que não tenha siado chamado de DevOps!). O bom, o ruim, as surpresas e ideias para o futuro.
  2. Infraestrutura como código: automatização é essencial para DevOps. O conceito de infraestrutura como código orienta hoje boa parte das técnicas de automação de ponta. O que significa tudo isso? Quais são as limitações?
  3. Mudanças culturais para permitir DevOps: Mudar as ferramentas é fácil se comparado a mudanças em processos e pessoas. Como podemos cultivar a cultura de uma organização para identificar e resolver problemas de DevOps?
  4. O Cloud precisa de DevOps? DevOps precisa do Cloud?: Examinando o papel que as tecnologias de Cloud podem ter para resolver problemas de DevOps e o papel que soluções DevOps podem ter para extrairmos o máximo das tecnologias de Cloud.
  5. DevOps exige visibilidade: monitoração, testes e performance: Examinando o papel das técnicas de monitoração e testes em resolver problemas de DevOps
  6. DevOps fora do mundo de Operações Web: Muito da discussão sobre DevOps tem foco em Operações Web. Esse painel é sobre levar as lições de DevOps para outras áreas de TI.
  7. Casos de negócio: Nós sabemos que resolver problemas de DevOps melhora as operações do seu negócio, mas como explicar isso ao seu CEO ou CFO? Como fazer com que os executivos comprem as ideias e invistam em soluções de DevOps?

Adicionalmente aos painéis, haverão lightning talks (palestras relâmpago) sobre vários temas. As palestras relâmpago usarão o formato “ignite” (a única regra é que são 5 minutos de apresentação usando 20 slides que passam automaticamente a cada 15 segundos). Os horários de lightning talks estão sendo preenchidos rapidamente, então se você gostaria de participar, mande sua proposta por email para proposals-brazil-2010@devopsdays.org

Para se inscrever no evento e obter mais detalhes, entre no site do devopsdays. Nos vemos lá!

8nov2010

Como temos desenvolvido nossos novos produtos SaaS

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Entendemos que as melhores pessoas para nos guiarem no desenvolvimento de nossos produtos são nossos clientes e, por isso, temos adotado uma metodologia de trabalho que procura envolver os clientes o máximo possível.

Para o desenvolvimento dos últimos produtos em que estive envolvido (WebDesk, WebStore e WebChat), nos relacionamos diretamente com diversos clientes em várias fases do desenvolvimento. Vou usar como exemplo o WebDesk (que é uma de nossas soluções de atendimento a clientes), mas é o princípio que adotamos com diversos produtos (obviamente com algumas variações!)

1. Antes de qualquer coisa, conversamos com diversos clientes a respeito de quais produtos eles teriam interesse. Fizemos uma pesquisa via blog, e conversamos pessoalmente ou por telefone com diversos dos que responderam na época. Conversamos ainda com alguns clientes que acreditavamos que, por seu perfil, seriam potencias usuários das ferramentas que tinhamos em mente (naquele momento, uma solução de help desk e uma solução de atendimento via chat).

2. Ao começarmos, conversamos com mais clientes para entender melhor qual seria o mínimo de funcionalidades que teríamos que fazer para que o produto escolhido (a solução de help desk, no caso) fizesse sentido e realmente ajudasse esses clientes em algo. Nossa intenção era definir o menor conjunto de funcionalidades que atenderiam suas necessidades, assim poderíamos já ter uma primeira versão do produto, e, com isso, ter feedback o mais rápido possível.

3. À medida que o desenvolvimento ocorria, conversamos com mais alguns clientes, apresentando um protótipo e coletando seu feedback. Nesta fase, tiramos funcionalidades que havíamos originalmente previsto, e incluímos outras, seguindo as percepções que tivemos destas apresentações.

4. Quando o desenvolvimento estava praticamente pronto, contatamos mais alguns clientes e oferecemos a oportunidade de participação em um período de testes beta do produto, em que estes clientes nos ajudariam a validar o produto e nos dariam mais feedback sobre o uso da ferramenta na prática. Esta fase foi muito importante, pois somente neste momento tivemos certeza absoluta de que nossa ferramenta teria potencial de virar um produto de sucesso, e que estavamos ajudando clientes reais a resolver problemas reais de seu dia-a-dia.

5. Após o lançamento de fato, tendo feito as últimas implementações com base no feeback da fase beta, temos conversado com clientes usuários do produto, seja por e-mail, telefone ou quando possível pessoalmente, para entendermos a maneira com que eles têm usado o produto e assim podermos planejar quais são as próximas funcionalidades ou melhorias que são necessárias para o produto evoluir.

Nossa equipe trabalha com metodologias ágeis de desenvolvimento de software, fazendo melhorias de forma iterativa e incremental, assim, nossa intenção é manter um ritmo de entregas constantes, de uma a duas semanas. Esperamos que você note esta agilidade na evolução dos produtos!

Procuramos sempre envolver diversas equipes (Produtos, Desenvolvimento, Experiência do Usuário, Marketing e Comercial) nas conversas com clientes, para que todos pudessem conhecer melhor nosso público e assim saber as necessidades dos usuários de nossos produtos. Acreditamos que somente com essa interação não só entre as equipes, mas também com os clientes poderemos desenvolver produtos melhores e mais úteis para todos.

Agora que estes três produtos estão no ar (WebDesk, WebStore e WebChat), continuaremos mantendo este relacionamento estreito com nossos clientes (e potenciais!), para garantir que nosso planejamento realmente atenda às suas necessidades. Nos três produtos há uma aba de “Sugestões”, que todos podem usar para mandar seu feedback, e onde também podem deixar seus nomes e telefones de contato para conversarmos pessoalmente se for possível.

Para fortalecer esta tranparência no relacionamento, começamos, desde a última semana, a publicar em nossa Wiki tudo que fazemos nestes três produtos, assim você poderá acompanhar a evolução e as melhorias que temos feito. Acompanhe nestes links: Atualizações da WebStore, Atualizações do WebChat e Atualizações do WebDesk. Você pode monitorar estas páginas através do botão “Vigiar” do Wiki. É claro que as funcionalidades mais relevantes e de maior impacto continuarão sendo divulgadas aqui neste blog, no site e também das diversas maneiras que nossa equipe de Marketing encontrar para fazer com que estas novidades cheguem até você.

Em breve publicaremos também quais são as atividades em andamento de cada um destes produtos, assim você pode participar mais ativamente de nossas decisões.

Vale ressaltar que cada produto da Locaweb está numa fase de maturidade diferente, com esforços de desenvolvimento diferentes, e com formas de trabalho diferentes, assim, não necessariamente trabalharemos da mesma forma com todos os produtos. Por isso é importante reforçar que este é o modelo que pretendemos seguir, em princípio, com estes três produtos recém-lançados, e contamos com seu feedback para os deixarmos cada vez melhores.

Seu feedback é muito importante para tomarmos as decisões certas sobre nossos produtos por isso, fique a vontadade para usar nossos canais de atendimento, os comentários deste blog, os espaços para sugestões nos próprios produtos, seus contatos pessoais com membros da equipe da Locaweb, enfim, qualquer forma de contato que você tiver conosco!

E, caso ainda não conheça ainda estes três lançamentos recentes, veja em nosso site:

WebDesk – gestão de atendimento via helpdesk

WebStore – loja virtual

WebChat – gestão de atendimento via chat

* SaaS são nossos produtos de software como serviço, tais como Email Marketing, PABX Virtual, WebStore, WebDesk, WebChat

9ago2010

9 perguntas sobre o uso de Métodos Ágeis na Locaweb

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1 – Quando e como surgiu a idéia de implantar a XP como método de desenvolvimento?

Começamos a fazer XP em 2006, no time que desenvolvia o PABX Virtual (antiga Locaweb Telecom). Quem trouxe a ideia de XP foi Daniel Cukier, um dos desenvolvedores do time na época. Ele tinha cursado em seu mestrado (IME-USP) duas disciplinas sobre Métodos Ágeis e já era membro da Agilcoop. Já tinha adquirido certa experiência para tentar aplicar o aprendizado num projeto de verdade. O time era pequeno na época (4 desenvolvedores) e o gerente gostou bastante das ideias propostas no XP que lhes foram apresentadas. O time de Telecom era relativamente isolado dos outros times de desenvolvimento e isso facilitou as coisas. Era possível adotar a metodologia como um projeto piloto, sem afetar outras áreas ou produtos. Durante 8 meses, de outubro de 2006 até junho de 2007 o time se estabeleceu na metodologia. O produto PABX Virtual foi lançado e sua evolução em termos de funcionalidades era rápida e eficiente, com poucos bugs. A cada duas semanas, o time de Telecom lançava novidades no produto. Em paralelo a isso, Daniel Cukier e Maurício De Diana criaram um grupo de estudos de tecnologia, onde um dos assuntos estudados foi Métodos Ágeis. O grupo de estudos serviu para que as pessoas pudessem conhecer mais os detalhes não só de XP, mas também de outras metodologias como Scrum e Lean. As reuniões do grupo tinham entre 10 e 20 pessoas. Esse grupo de estudos tentou iniciar um projeto multi-equipes usando XP, mas devido às várias atribulações do dia-a-dia dos membros do grupo, o projeto não deu certo.Em meados de junho/julho de 2007 foram feitas algumas apresentações para a diretoria da empresa, com o objetivo de estimular a adoção de Métodos Ágeis em todos os times de desenvolvimento da empresa. Para convencer os diretores, foram mostrados números que demonstravam a qualidade do produto PABX, tanto em relação ao código quanto à velocidade de criação de novas funcionalidades. Na mesma época, um consultor internacional veio à empresa dar um curso para o time de produtos. Esse consultor comentou que gostava de Métodos Ágeis para desenvolver software. Isso foi a gota d’água que faltava.

No mês de agosto, a diretoria patrocinou um treinamento em Métodos Ágeis para desenvolvedores, gerentes e clientes internos de diversas áreas da empresa (até o presidente participou). A partir daí, iniciou-se um processo longo e trabalhoso de adoção das práticas Ágeis dentro da empresa. ler mais

13jul2010

[RailsConf 2010] Agilidade com estações de pareamento na Pivotal Labs

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Ian McFarland, VP de Tecnologia da Pivotal Labs, uma empresa de desenvolvimento especializada em desenvolvimento ágil, apresentou na RailsConf 2010 a maneira de como eles aplicam metodologias ágeis no dia-a-dia na palestra Agile the Pivotal Way.

Um grande diferençal relacionado a programação pareada são as estações de pareamento, onde não há uma máquina específica para cada desenvolvedor.

Na Locaweb, temos duas equipes utilizando estações de pareamento e ainda estamos nos adaptando às mudanças que isso traz, tanto em relação ao lado operacional como na parte comportamental da equipe.

Vamos ver alguns pontos interessantes sobre isso da apresentação.

O dia na Pivotal Labs começa com todos os funcionários tomando café juntos e em seguida é feita a reunião diária (stand up meeting) de todas as equipes juntas. Um projetor exibe quem está trabalhando em cada equipe durante aquela semana.

Após isso, cada equipe faz sua reunião diária e iniciam o desenvolvimento em pares.

As estações de pareamento são equipadas com um monitor grande, dois teclados e dois mouses. Além disso, notebooks pessoais não são permitidos nessas estações.

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