Lições de empreendedorismo em The Big Bang Theory

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Este post é para você que não vê a hora de colocar aquela ideia – a que vale milhões de dólares, sabe? – em prática enquanto assiste aos seriados que mais curte. Tá, tudo bem… Sua família pode até achar que ficar o dia todo na frente do notebook ou da TV assistindo a uma carrada de episódios não é nada produtivo, mas, se você acompanha The Big Bang Theory conseguirá provar o contrário. Isso porque Sheldon Cooper, um dos personagens mais famosos da série, vai lhe ensinar a ser um bom empreendedor e, consequentemente, virar o “orgulho da mamãe”.

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Com um QI de 187 e inabilidades sociais, o personagem interpretado por Jim Parsons é muitas vezes considerado chato e arrogante, mas não há como negar: o cara é f#%& e muito, mas muito inteligente! Tanto é que o site Pequenas Empresas & Grandes Negócios separou 6 lições de empreendedorismo deixadas pelo físico. Confira e se inspire!

1 – Estabeleça uma rotina

Sheldon organiza minuciosamente suas tarefas: desde o que vai comer em cada dia da semana, as atividades que fará com os amigos e até mesmo o tempo que leva para usar o banheiro. Ok. Ele é detalhista demais, chega a ser paranoico, mas você pode usar esse exemplo para produzir mais. Unindo a força de vontade do personagem para ser metódico e saber como agir em situações inesperadas, com certeza vai obter mais resultados.

2 – Confie em você!

Em The Big Bang Theory você nunca verá Sheldon incerto sobre sua opinião. A autoconfiança, quando bem dosada, é benéfica. E pode lhe ajudar a inspirar sua equipe e a conversar com possíveis investidores. Mas por favor, não se inspire no medo que o personagem tem de falar em público – risos.

3 – Leia bem os contratos

Os amigos Sheldon e Leonard vivem no mesmo apartamento e têm regras impressas no “Roomate Agreement”, um documento sobre deveres e direitos dos dois. Leonard geralmente se dá mal porque não leu com cuidado o que assinou, diferente do amigo, que analisou cada cláusula e implicação dos acordos. Leve essa prática para a sua empresa e não tenha medo de reivindicar seus direitos.

4 – Fale o que pensa!

Na série, o personagem não tem nenhum medo de se expressar. Se inspire nele e questione, conteste, tire suas dúvidas sem pensar duas vezes. Se estiver enganado, reconheça seu erro. Não há nada demais nisso. Até Sheldon se desculpou ao perceber que cometeu erros extremos.

5 – Não perca sua identidade

Mesmo que Sheldon seja muito criticado e desprezado por outros personagens de The Big Bang Theory, ele não deixa de ser quem é. E talvez esse seja o segredo do sucesso dele, o que também vale para você e sua empresa. Sua identidade é o que torna sua marca única e é isso que faz a diferença no mercado. Não se desfaça de seus valores e objetivos para conseguir crescer.

6 – Bazinga!

Bom humor sempre! Mesmo com uma rotina estressante, não se esqueça de tirar um tempo para se divertir. Empreender não significa ter que ser sério a todo tempo. Se até o Sheldon consegue olhar o lado positivo de situações ruins, você também pode! Levando a vida com mais leveza fica mais fácil abrir um negócio.

Agora você vai ver The Big Bang Theory com outros olhos, né?  Viu, as séries também ensinam muitas coisas legais. Agora, tire suas ideias do papel e empreenda!

5 dicas para construir sua presença online

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A internet está evoluindo

Hoje o crescimento da internet é exponencial. Mais de 50% da população com idade acima de 10 anos já é usuário da internet. Cada vez mais vemos as pessoas direcionando sua atenção para o universo digital. Isso significa que quanto mais presença online você construir, mais clientes você pode alcançar afinal, se é lá todos estão, é para lá que devemos ir. Veja alguns números:  

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Use a internet para levar sua marca mais longe

A internet não possui barreiras geográficas e isso pode ser uma grande oportunidade para o seu negócio. Com esse grande alcance que a internet proporciona, muitas pessoas podem ter contato com a sua marca e isso pode trazer uma grande movimentação para sua empresa. Expandir a sua presença online é um método de mostrar para o mundo quem é você e para o que veio.

Construa relacionamento com os seus clientes

Dentro da internet, os contatos são mais dinâmicos e a interação com o seu cliente se torna mais rápida. Isso ajuda na construção de confiança que seu cliente terá com a sua marca. Sempre que ele precisar de alguma informação ou apoio, é indicado que você esteja pronto para responde-lo o quanto antes. Tornar sua marca mais humana e mais familiar para o dia-a-dia de seu público pode ser um diferencial.      

Aproveite para recolher informações valiosas

Esteja pronto para colher todo tipo de informações que o seu cliente te passar. E acredite, ele tem muito a te dizer. Estudos mostram que 70% dos usuários dão feedback para as marcas via internet e, isso deve ser valorizado. Informação é algo fundamental para guiar o crescimento da sua empresa. Utilize formulários, campos de cadastro e sugestões. Explore todos os caminhos para que seu cliente se sinta confortável para dizer o que ele sente a qualquer momento.

Invista no marketing digital

Ao contrário do que se pensa, hoje em dia, o custo para se estar na internet e ter presença online é extremamente baixo. Você não precisa investir muito para ter retorno. Existem inúmeras ferramentas voltadas para atender o público de pequenos e médios empreendedores e são ferramentas que estão acessíveis a todos. Além disso, fazer uma campanha online é muito mais barato que fazer uma campanha convencional, ou seja, com menos dinheiro você gera um alcance muito maior de pessoas.

Achou interessante e quer começar? Que tal começar pelo seu próprio site? 

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O Herói presente em cada Nerd

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Já reparou quantos conflitos o Dia do Orgulho Nerd suscita? O eterno: bem contra o mal. Homem versus máquina. Quem poderia representar isso melhor do que a saga Guerra nas Estrelas? Não ligou os pontos? Vamos lá!

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É neste mês, mais especificamente no dia 25 de maio, que comemoramos o Dia do Orgulho Nerd. A data foi escolhida por causa da estreia do Episódio IV: Uma Nova Esperança, o primeiro filme da franquia criada por George Lucas, em 25 de maio de 1977.

O longa fez tanto sucesso, que em 2007 o Conselho da Cidade de Los Angeles declarou a data como Dia de Star Wars. A identificação do público foi imediata. Mas o que teria os teria levado a gostar tanto da saga?

De acordo com uma reportagem publicada no site da Revista Super Interessante, o autor escreveu um roteiro para seis horas de filme, que foi rejeitado. Lucas então dividiu a peça em seis episódios e conseguiu o aval da Fox para produzir apenas os três últimos. A saga conquistou 10 estatuetas das 25 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Trilha Sonora, Melhor Figurino e Melhores Efeitos Visuais – esses que marcaram a história do cinema, gerando um impacto gigantesco na indústria cultural. Mas, a narrativa bem elaborada por George Lucas foi uma das razões do sucesso, se não a principal.

Ao analisar o enredo dos filmes de Star Wars, percebe-se a relação com os arquétipos básicos da mitologia – como reis, bruxas, cavaleiros e princesas. John Carter, de Edgar Rice Burroughs e O Planeta dos Macacos, escrito pelo francês Pierre Boulle, teriam inspirado George Lucas, assim como as aulas que teve com Joseph Campbell, notável pesquisador de mitologia.

Em entrevista, no livro O Poder do Mito, Campbell contou um pouco da relação com George Lucas e como Star Wars aborda a mitologia a partir de uma ótica contemporânea. Para ele, o diretor expressou em uma linguagem moderna o que Goethe teria dito em Fausto, que a tecnologia não vai nos salvar. Que confiar na intuição é imprescindível, já que nossas ferramentas e computadores não são o suficiente.

O autor também encara a jornada do herói como “uma vida vivida em termos de autodescoberta” e que Luke Skywalker foi extremamente racional quando encontrou dentro de si as reservas de caráter para enfrentar o próprio destino.

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“O que vejo em Star Wars é o mesmo problema que o Fausto nos coloca: Mefistófeles, o homem máquina, pode nos prover de todos os meios e está igualmente apto a determinar as finalidades da vida. Mas a peculiaridade de Fausto, que o qualifica para ser salvo, é que ele busca finalidades diferentes das da máquina. Ora, quando tira a máscara de seu pai, Luke Skywalker cancela o papel de máquina que o pai tinha desempenhado. O pai era o uniforme. Isso é poder, o papel do Estado.”

O embate entre o bem e o mal, a qualidade da produção e o idealismo em Guerra nas Estrelas devem ser ressaltados. Esses elementos levaram o público a se identificar com os personagens, criando a necessidade de assistir aos filmes. Para Campbell a história desenvolvida por Lucas tem a ver com uma operação de princípios, não com uma nação contra outra. As máscaras de monstros usadas nos filmes representam a força da modernidade.

Por exemplo: quando a máscara de Darth Vader é retirada se vê um rosto informe, de alguém que não se desenvolveu como ser humano. Ele é apenas um robô que vive de acordo com os termos de um sistema imposto. E, segundo o pesquisador, esse é o perigo que enfrentamos na atualidade. Será que nos renderemos ao sistema ou conseguiremos usá-lo para atingir nossos propósitos? Campbell ressalta que é preciso “aprender a viver no tempo que nos coube viver, como verdadeiros seres humanos.” Nos mantendo fiel aos nossos próprios ideais, como o próprio Luke Skywalker e rejeitando as exigências impessoais pressionadas pelo sistema.

E nisso também consiste o “Orgulho Nerd”, em uma luta interna contra a dependência da tecnologia. As ferramentas são sim necessárias para trabalhar, estudar, pesquisar, se divertir, mas com a consciência de que ela não deve se sobrepor ao poder da própria vida.

Não caberia outra frase melhor para ressaltar a importância de Star Wars e do dia 25 de maio do que senão a dita por Ben Kenobi:

“Desligue o seu computador, desligue a máquina e seja você mesmo, siga seus sentimentos, confie em seus sentimentos”.

AirNotifier: um servidor de mensagens push para aplicativos móveis

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No mundo dos desenvolvimento móvel, há dois tipos de notificações possíveis: “in app” e “push”. “In app” nada mais são do que aquelas notificações que são disparadas a partir de rotinas “de dentro” do próprio aplicativo. É ele quem chama a API de notificação do dispositivo para exibir um aviso para o usuário.

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Já notificações do tipo “push”, como o próprio nome diz, são “empurradas” para o dispositivo, tendo como origem um servidor externo. Em todas as plataformas, não é o backend do aplicativo que envia a notificação diretamente para o dispositivo do usuário. Ao invés disso ele normalmente envia a notificação de push para um servidor disponibilizado pela plataforma em questão (Android, iOS, Windows Phone, etc.) e este dispara a notificação para o smartphone do usuário, que por sua vez está constantemente em contato com o dispositivo em questão.

A ilustração abaixo exemplifica esse processo para a plataforma Android, mas o processo é análogo para qualquer plataforma:

funcionamento do push

Cada app deve ter um ID associado. Com esse ID, o app solicita um token para o servidor do Google. Esse token é único por dispositivo+aplicação. De posse desse token, o app Android envia esse valor para o servidor do aplicativo. Esse token deve ser armazenado de alguma forma no backend, pois quando ele desejar enviar uma mensagem para esse usuário específico, o fará utilizando o token em uma requisição do tipo POST para o servidor do Google que, por sua vez, se encarregará de despachá-la para o dispositivo Android.

Cada plataforma tem seus detalhes ou especificidades, mas o procedimento é basicamente o mesmo. O problema, neste caso é que cada plataforma móvel tem uma API diferente e protocolos diferentes para o envio das mensagens push, o que dificulta o trabalho quando você possui um mesmo aplicativo em diferentes sistemas operacionais móveis.

É aí que entra o AirNotifier. O AirNotifier é um servidor de mensagens push escrito em Python justamente para resolver esse problema. Com ele, ao invés de enviar a requisição para o servidor da plataforma, o seu backend envia o request para o AirNotifier que, por sua vez, se encarrega de disparar a solicitação para cada uma das plataformas cadastradas.

Desta forma há apenas uma API para o envio deste tipo de notificação, sendo que o AirNotifier faz o trabalho complicado para você. Além disso é possível ainda utilizar uma interface web para efetuar os envios, o que permite que o trabalho seja feito por alguém sem conhecimentos técnicos de programação. Segundo o site do projeto, o AirNotifier suporta hoje iOS (APNs), Android (GCM), Windows Phone (WNS/MPNS).

Instalação

Para testar o programa eu coloquei ele para rodar na nuvem utilizando um Cloud Server Pro com uma imagem do Ubuntu Server, mas você pode utilizar a distribuição que quiser, adaptando os passos para ela.

O primeiro passo é instalar as dependências.

No Ubuntu/Debian, digite: sudo apt-get install python-pip python-dev build-essential mongodb git

Crie os diretórios para armazenar os certificados e chaves privadas:

sudo mkdir -p /var/airnotifier/files

Agora, vamos baixar o aplicativo

cd /opt/
sudo git clone git://github.com/airnotifier/airnotifier.git
cd airnotifier

Instale as dependências com:

sudo pip install -r requirements.txt

Para configurar o AirNotifier, copie o arquivo airnotifier.conf-sample renomeando ele para airnotifier.conf, and altere as configurações de acordo com o seu ambiente (mude a porta padrão (8801) para a porta 80 e o host do MongoDB, caso não queira rodar ele em localhost)

Rode o script python abaixo para criar o usuário admin inicial:

python install.py

Para iniciar a aplicação digite:

sudo python airnotifier.py >> /var/log/airnotifier.log 2>> /var/log/airnotifier.err

Para iniciar a aplicação depois de um reboot, eu costumo achar que a abordagem mais simples é criar um cronjob com o comando acima, mas há muitas outras formas de fazer isso. Não se esqueça de acessar o aplicativo pela primeira vez e mudar a senha padrão do admin (admin).

Abaixo, algumas imagens do applicativo rodando:

home do Airnotifier

Home do Airnotifier (apesar da mensagem, ele é compatível com outras plataformas além do iOS)

Janela de inserção de tokens

Uma vez criado um aplicativo, você pode inserir as chaves e tokens de cada plataforma)

Se você já usou o programa, ou testou ele depois de ler esse artigo, não deixe de nos contar as suas impressões. Para saber mais sobre o Airnotifier, consulte a página do projeto.

Prepare seu site para o Mobilegeddon em 4 passos

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Acabaram as desculpas para não se ter um site responsivo. Isso porque o Google anunciou na última semana uma alteração no algoritmo e vai considerar a adequação mobile nos resultados de busca. Sites que não são mobile-friendly vão cair significativamente no PageRank, ou seja, quando um usuário fizer uma pesquisa usando os dispositivos móveis, o Google vai classificar primeiro os que são otimizados para o mobile.

O VentureBeat separou 4 passos fundamentais para que você sobreviva ao “Mobilegeddon” e continue sendo bem ranqueado no site. Confira:

1 – Teste seu site:

Existem algumas formas de testar um site e ver se ele é ou não mobile-friendly. Uma delas é ver em qual posição ele aparece na lista de resultados das buscas do Google no celular. Se a tag “mobile-friendly” não aparecer abaixo da sua URL é sinal que ele precisa ser atualizado o quanto antes. Digitando o endereço na página de teste de compatibilidade com dispositivos móveis do Google também é possível descobrir se o site se adapta ao mobile.


2 – Saiba o que constitui o mobile-friendly:

O Google considera uma página mobile-friendly se nela o texto pode ser lido sem usar o zoom; se o conteúdo se adapta ao tamanho da tela; se o site evita softwares que não são suportados em mobile e se o espaço entre os links está bom o suficiente para que o usuário consiga clicar corretamente.

3 – Identifique o ajuste adequado:

* Design Responsivo: um site responsivo usa o mesmo HTML e URL através de dispositivos e torna o visor apropriado para o dispositivo do usuário através de CSS.
* Dynamic Serving: essa configuração implica em usar o mesmo URL, mas em uma versão diferente do HTML para servir em vários tipos de dispositivos.
* URLs separadas: códigos diferentes para diversos dispositivos usando URLs separadas e empregando redirecionamentos HTTP.

Mesmo que seu site seja mobile-friendly, é preciso se certificar de que o Google o vê dessa maneira, sinalizando sua configuração móvel. O processo para fazer isso varia dependendo do formato. Por exemplo, para as páginas responsivas, você precisa adicionar uma tag “meta viewport” no cabeçalho do código, isso vai sinalizar para o navegador como ajustar a página em diferentes tamanhos de tela.

Você também quer garantir que os algoritmos do Google possam rastrear suas páginas. Então, certifique-se de permitir o acesso à sua página e seus ativos (JavaScript, CSS e arquivos de imagem) para  o Googlebot  engatinhar. Consulte o guia mobile-friendly do Google para obter detalhes sobre estas e outras armadilhas que você deve evitar.

Se o seu site foi construído em um CMS (WordPress), suas opções podem incluir:

* Conversão de seu site existente para um novo tema mobile-friendly (poderia exigir apenas um processo de atualização simples, dependendo do seu CMS e do que está disponível).
* Criar uma nova versão mobile-friendly do seu site, mantendo o seu site de desktop o mesmo.
* Personalizar o seu site para torná-lo mobile-friendly (exigirá CSS, conhecimento HTML).

Certifique-se de fazer backup de seu site antes de atualizá-lo ou fazer qualquer alteração. Consulte os guias de ambos Google e seu provedor de CMS para obter mais detalhes sobre as suas opções.

4 – Faça disso uma prioridade:

O “mobilegeddon” está para acontecer em pouco tempo, logo atualizar seu site deve ser uma prioridade. Já que dessa forma você não vai sofrer com os resultados das buscas do Google em dispositivos móveis, além de proporcionar uma melhor usabilidade aos seus clientes e elevar o número de acessos.


E então, já está preparado? Tem mais dicas de como se dar bem e sobreviver ao mobilegeddon? Queremos a sua opinião nos comentários! =)