Python no Jelastic Cloud, uma linguagem dinâmica para uma plataforma versátil

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Desde o primeiro release do Jelastic, ainda na versão beta, sua arquitetura sempre foi estruturada para comportar multi-linguagens. A primeira linguagem de programação compatível à plataforma foi Java, seguido de PHP, Ruby e esta lista só tende a aumentar. Isto porque, diariamente os esforços dos Desenvolvedores são voltados para criação de novas funcionalidades e suporte a diferentes linguagens.

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Recentemente, o Python foi incluído à família de linguagens de programação do Jelastic,  linguagem reconhecida na comunidade de desenvolvedores por ser de alto nível (VHLL – Very High Level Language), de sintaxe moderna, orientada a objetos, interpretada via bytecode, com tipagem forte (não há conversões automáticas) e dinâmica (não há declaração de variáveis e elas podem conter diferentes objetos), modular, além de ser de fácil aprendizado e de implementação livre.

Mas …por que Phyton? Porque, de acordo com a python.org.br,  tal linguagem possui uma curva de aprendizagem rápida; pode ser usado para resolver uma grande variedade de contextos e incentiva o desenvolvedor a escrever seus programas da maneira eficiente, sem que isso se torne um empecilho à produtividade.

Contudo, os benefícios de tal linguagem não param por ai. Diego Souza, líder técnico de automação de datacenter e monitoração na Locaweb, afirma que “Python é uma linguagem alto nível, interpretada, orientada a objeto. Em maior ou menor grau é comparável a Perl, Ruby ou Java. Possui uma biblioteca padrão bem rica, tornando mais simples tarefas de programação do dia a dia. Além disso, possui inúmeras contribuições de módulos feitas pelos próprios usuários da linguagem. É usada hoje em dia por muitas empresas, incluindo a Locaweb incluída, e possui uma grande quantidade de desenvolvedores e entusiastas”.

Criando ambiente e fazendo o Deploy

Atualmente, de forma padrão, o Jelastic disponibiliza três versões do Python (2.7, 3.3 e 3.4) para Apache (versão 2.2) de forma padrão. Sendo que as três versões são pré-instaladas na plataforma e o usuário escolhe, dentre as opções disponíveis, no momento de criação do ambiente e pode alterá-la mesmo após a definição da topologia do ambiente.

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Uma vez o ambiente criado, existe diferentes modos de deploy de sites ou aplicações web:

Archive ou URL de aplicações empacotadas

upload 2.1 upload 2.2

GIT ou SVN  por meio de consulta ao repositório

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Vale ainda ressaltar que tais procedimento podem ser realizados por meio do acesso SSH e API´s .

Colocando a Prova!

Para colocarmos a nova linguagem à prova, convidamos o desenvolvedor Ramiro Luz, membro da comunidade Python Brasill, para testar o Python no Jelastic, desde a criação do ambiente até o deploy de um app.

“De um modo geral gostei da experiência e a usabilidade é boa, ter acesso shell por exemplo foi essencial para testar o que eu queria. Acho que é uma boa opção a ser avaliada pelos profissionais de modo geral e mais uma alternativa de nuvem para quem trabalha com Python.”

Já Diego Souza, completou abordando que “Outro ponto positivo foi à possibilidade de usar python em praticamente nenhuma grande modificação: nesta foi apenas necessário modificar  sys.path do python. Isto é muito importante, pois significa a possibilidade de migrar qualquer projeto python para dentro ou fora Jelastic de maneira relativamente simples, dando muita liberdade de escolha.”

E você, o que acha do Pytho n no Jelastic Cloud Locaweb?

Faça como o Ramiro, teste e coloque os seus comentários neste Post!

Este é mais um exemplo do compromisso de melhoria contínua da plataforma desde o seu lançamento, tornando assim a computação em nuvem mais acessível ao mercado brasileiro.

Para mais informações sobre o Python no Jelastic, acesse aqui a documentação.

Notas:

Diego Souza, com mais de 10 anos de experiência na área, é líder técnico na Locaweb e atualmente trabalha com automação de datacenter e monitoração usando principalmente linguagens como Haskell, Python, Clojure e C. Sistemas distribuídos e algoritmos concorrentes/paralelos são atualmente sua área de interesse. Anteriormente trabalhou no iG e Yahoo Brasil.
Ramiro Luz , desenvolvedor de software desde 1991, obteve título de mestre pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná, pesquisador da área de Engenharia de Software com ênfase em métodos ágeis do Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada em 2013. Programador da Câmara Municipal de Curitiba, fundador do grupo de usuários de python do Paraná e um dos fundadores do grupo dojo Paraná. Anfitrião da PythonBrasil[6] em 2010, membro da Associação Python Brasil.

TecnoPapo: o espaço do profissional de TI

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Estamos inaugurando um novo espaço para o profissional de TI no blog da Locaweb. Aqui, você poderá encontrar conteúdo criado especialmente para você e, por isso mesmo, é muito importante a sua participação: comente, sugira, recomende, critique, afinal, esse espaço é seu e queremos saber aquilo que você gostaria de ver e de aprender.

Certamente também temos muito a aprenderemos com você também e é isso mesmo que queremos: uma intensa troca de conhecimento. Como primeiro passo, estamos criando um canal no YouTube (não é exatamente um canal, mais uma playlist, rss) com um conteúdo voltado para os desenvolvedores e profissionais de TI.

Neste primeiro episódio, eu falo sobre como monitorar uma instância de cloud através da parceria com a Monitis, uma empresa de Monitoramento como serviço, afinal; em um ambiente de nuvem, não faz sentido ter mais um ambiente somente para monitorar as nossas instâncias, já que escolhemos a nuvem justamente porque queremos ser mais produtivos.

Através da parceria da Monitis com a Locaweb, é possível ter acesso gratuito a um pacote de serviços que custa originalmente 25 dólares.

Para saber como configurar até 3 monitoramentos no serviço, faça o cadastro nesta página da Monitis e assista ao vídeo do Tecnopapo, onde eu ensino a fazer a configuração.

Abraços e até a próxima! :-)

Entenda a importância de se ter um bom serviço de backup!

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O armazenamento correto de dados é fundamental para as operações e negócios das empresas de qualquer porte, afinal, qualquer perda ou alteração de informações pode representar perdas substanciais em faturamento, produtividade ou até mesmo na percepção da imagem e da marca pelos consumidores.

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Em função disso, cada vez mais as pessoas físicas e jurídicas buscam soluções de backup online para que possam armazenar e proteger seus dados na nuvem e evitar que eventualidades prejudiquem a performance nos negócios. Entenda agora a importância de adotar um serviço desse tipo.

Libere espaço para o que importa

Armazenar fotos, vídeos, documentos e outros arquivos pode ser uma tarefa desafiadora até mesmo para as grandes corporações. Cada vez maiores, esses arquivos ocupam espaço valioso em qualquer servidor.

Com um serviço de backup, sua empresa poderá armazenar todos os arquivos na nuvem, em um servidor externo, que suporta um volume imenso de dados sem exigir investimentos no aumento da infraestrutura de hardware. Com isso, as máquinas da empresa poderão ter seu espaço de armazenamento utilizado para o que realmente importa no dia a dia do negócio.

Acesse a partir de qualquer lugar

O uso de um backup online permite o acesso aos arquivos armazenados a partir de qualquer lugar que tenha conexão com a web. Além disso, o serviço também permite o uso de qualquer sistema operacional, assim como a consulta a partir de dispositivos móveis como smartphones e tablets.

Localize com rapidez

Antigamente, quando alguém precisava encontrar um arquivo em um backup físico, poderia levar dias buscando os dados em HDs externos, CDs, pendrives ou outras mídias. O backup online permite a localização rápida de arquivos e pastas que estão cuidadosamente organizados na web, facilitando seu compartilhamento com outros usuários que tenham permissão para isso.

Painel de controle

A tarefa de gerenciar as informações no backup também fica bem mais fácil. Por meio de um painel de controle, os usuários podem, assim como em seus próprios computadores, criar, renomear e organizar pastas, adicionar usuários e criar grupos. E tudo isso pode ser feito com poucos cliques, tornando o armazém de dados da empresa um espaço muito mais colaborativo e agradável para se trabalhar.

Mais segurança

Quando o assunto é Cloud Computing, muitos empreendedores se sentem desconfiados em relação à segurança das informações armazenadas. No entanto, serviços de backup utilizam certificados digitais SSL e criptografia idênticos aos usados pelos bancos para proteger as informações de seus clientes, por exemplo.

Além disso, para se tornarem competitivas, as empresas que fornecem o serviço costumam passar por auditorias e buscam atender a normas de segurança internacionais, aumentando ainda mais os níveis de segurança do serviço.

Automação

Os melhores provedores de serviços de backup online no mercado também possuem uma funcionalidade extremamente útil para o dia a dia: o backup automático de determinadas pastas ou arquivos. Ao usar essa funcionalidade, sua empresa se assegura de que alguns dados cruciais terão uma cópia de segurança recente, evitando problemas no futuro.

E você? Já perdeu alguma informação importante em sua empresa por não contar com um serviço de backup na web? Compartilhe sua experiência!

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Feiticeira dos Números: a primeira programadora

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Em 1843, a matemática e escritora inglesa Ada Augusta Byron tornou-se a primeira mulher programadora da história ao escrever um algoritmo para um computador. Tanto sua proeza quanto sua importância são lembrados no Ada Lovelace Day que, desde 2009, vem sendo comemorado no dia 15 de outubro com palestras e eventos presenciais e online, ao redor do mundo.

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A homenagem é mais que merecida. Além de mostrar sua capacidade intelectual ao elaborar um procedimento avançado para época em que viveu, Ada tornou-se um importante símbolo na luta contra o sexismo que, até os dias de hoje, impera na área das ciências exatas aplicadas. Que tal agora conhecer mais sobre a inspirada história de Ada Lovelace e também sobre a data comemorativa?

A primeira programadora

Nascida em 1815, Ada era filha do famoso poeta inglês Lord Byron. Porém, não teve muito contato com o pai famoso, pois ele se separou de sua mãe, Anne Isabella Byron, pouco depois de seu nascimento. Ainda criança começou a aprender matemática sob a orientação da mãe, uma estudiosa da área, que desejava que a filha se distanciasse da área do pai.

Ada cresceu respeitada por sua competência até que tornou-se pupila de Augustus de Morgan (1806-1871), o primeiro professor da Universidade de Londres. Dedicou-se muito à ciência e, na década de 1840, traduziu trabalhos do matemático Charles Babbage (1791-1871), que lhe chamava de “Feiticeira dos Números”. Foi Babbage o responsável pela criação do primeiro computador e das anotações, que viabilizaram a criação do algoritmo por Ada.

Uma mulher à frente de seu tempo

Se, por um lado, sua trajetória profissional foi estável, por outro, sua vida pessoal era turbulenta. Em 1835, casou-se com Barão William King com quem teve três filhos e que, anos depois, recebeu o título de Conde de Lovelace. Por isso, Ada passou a ser conhecida também como Condessa de Lovelace. Excêntrica, gostava excessivamente de beber e de apostar (atividades que a levaram a perder todo seu dinheiro). Além disso, protagonizou escândalos em decorrência de sua infidelidade ao marido.

Como e porque surgiu o Ada Lovelace Day

O reconhecimento pela elaboração do algoritmo, porém, veio um século depois de sua morte quando o renomado cientista Allan Turing fez referência a seu trabalho. Depois disso, ela seria relembrada em 1979, quando o departamento de defesa norte-americano a homenageou dando o nome de “Ada” a um código de linguagem.

Porém, foi em 2009 que Ada recebeu sua homenagem mais duradoura até o momento. Neste ano, a executiva e jornalista inglesa Suw Charman-Anderson recrutou diversos blogueiros do mundo para homenagear importantes mulheres da STEM (sigla em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e matemática) e nomeou a ação de Ada Lovelace Day.

Programação Ada Lovelace Day 2014

A iniciativa deu tão certo que tornou-se anual, extrapolou atividades virtuais e, atualmente conta com palestras, encontros e com atividades voltadas para escolas. No site Finding Ana, é possível conferir a programação, que contará com palestras da matemática Hannah Fry, da musicista Caro C, da engenheira Roma Agrawal e de outras mulheres que são referência da área.

O que você acha da história e do papel de Ada Lovelace nos dias de hoje? Conte-nos sua opinião deixando um comentário.  

Você sabe o que é e como funciona um data center?

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Um data center é uma estrutura que tem papel importantíssimo para que diversos serviços atuais sejam bem utilizados e para garantir a continuidade de funcionamento de sistemas que processam dados diversos. Hoje em dia, então, em que quase tudo está informatizado, esse tipo de ambiente é relevante para inúmeros setores da economia, desde o controle de energia elétrica e telecomunicações na esfera pública, até as iniciativas das grandes corporações. Você sabe o que isso quer dizer exatamente e como tais equipamentos funcionam?

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Um local para processar e armazenar dados

Basicamente, um data center se trata de um local destinado a concentrar os equipamentos que uma empresa ou organização utilizam para o processamento e armazenamento de dados, o que, dependendo do tamanho do empreendimento, pode acolher milhares de servidores, outros bancos de dados informatizados e componentes auxiliares, como storages e ativos de rede (como, por exemplo, switches e roteadores). Nesse sentido, a tradução para o português como Centro de Processamento de Dados (CPD).

Para que serve um data center

Esses equipamentos são montados com o objetivo de processar de maneira adequada grande quantidade de informações, ininterrupta e confiavelmente, para que a organização que usufrui desse sistema não tenha desvios ou queda na operacionalidade de seus serviços. Por conta disso, comumente esses centros de processamento de dados são alojados em compartimentos ou salões com extrema proteção, alguns dos quais trazem sistema contra incêndio, têm pisos elevados contra inundações e oferecem um fechamento contra acesso indevido de pessoal inabilitado ou não especializado. Quase sempre, os equipamentos ficam dispostos sobre racks ou armários metálicos, com monitoramento de temperatura, de forma a conservar os itens resfriados e no ambiente ótimo para funcionar.

Seus artifícios básicos

Para que o data center apresente uma estrutura apropriada de funcionamento, ele deve, antes de mais nada, possuir uma infraestrutura de rede. Isso significa que ele precisa interagir com o tráfego IP (Internet Protocol) e outros protocolos de comunicação que permitam endereçar e encaminhar os pacotes de dados que usam a rede mundial de computadores. O projeto de servidores precisa atender bem a demanda da organização e carece da avaliação de pessoal especializado em TI (Tecnologia da Informação) para chegar a um número rigoroso de quantos servidores e outros aparelhos serão necessários para esta zona.

É muito válido também que o data center seja alimentado por um sistema que evite oscilações ou a falta de energia elétrica, o qual poderá ser composto por no-breaks, geradores de potência e mesmo uma subestação elétrica, dependendo do porte da organização. A conveniência da ocasião pedirá que, além dos sistemas contra incêndio e de equilíbrio de temperatura, esse setor da organização traga ainda um mecanismo de segurança física, com câmaras de segurança e sistema de identificação para acesso (e, conforme a situação, presença de serviço armado de segurança).

Além dessa estrutura de software e hardware em ambiente controlado, o data center precisa adotar várias medidas para resguardo dos dados, para o caso de, mesmo com tanta proteção, ocorrer um problema. Por isso, recursos como backup automático, servidores virtuais, entre outras soluções tecnológicas são bem-vindas para a boa funcionalidade do sistema.

E você, utiliza um data center na sua empresa ou organização? Como você protege seus dados?