Você sabe o que é e como funciona um data center?

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Um data center é uma estrutura que tem papel importantíssimo para que diversos serviços atuais sejam bem utilizados e para garantir a continuidade de funcionamento de sistemas que processam dados diversos. Hoje em dia, então, em que quase tudo está informatizado, esse tipo de ambiente é relevante para inúmeros setores da economia, desde o controle de energia elétrica e telecomunicações na esfera pública, até as iniciativas das grandes corporações. Você sabe o que isso quer dizer exatamente e como tais equipamentos funcionam?

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Um local para processar e armazenar dados

Basicamente, um data center se trata de um local destinado a concentrar os equipamentos que uma empresa ou organização utilizam para o processamento e armazenamento de dados, o que, dependendo do tamanho do empreendimento, pode acolher milhares de servidores, outros bancos de dados informatizados e componentes auxiliares, como storages e ativos de rede (como, por exemplo, switches e roteadores). Nesse sentido, a tradução para o português como Centro de Processamento de Dados (CPD).

Para que serve um data center

Esses equipamentos são montados com o objetivo de processar de maneira adequada grande quantidade de informações, ininterrupta e confiavelmente, para que a organização que usufrui desse sistema não tenha desvios ou queda na operacionalidade de seus serviços. Por conta disso, comumente esses centros de processamento de dados são alojados em compartimentos ou salões com extrema proteção, alguns dos quais trazem sistema contra incêndio, têm pisos elevados contra inundações e oferecem um fechamento contra acesso indevido de pessoal inabilitado ou não especializado. Quase sempre, os equipamentos ficam dispostos sobre racks ou armários metálicos, com monitoramento de temperatura, de forma a conservar os itens resfriados e no ambiente ótimo para funcionar.

Seus artifícios básicos

Para que o data center apresente uma estrutura apropriada de funcionamento, ele deve, antes de mais nada, possuir uma infraestrutura de rede. Isso significa que ele precisa interagir com o tráfego IP (Internet Protocol) e outros protocolos de comunicação que permitam endereçar e encaminhar os pacotes de dados que usam a rede mundial de computadores. O projeto de servidores precisa atender bem a demanda da organização e carece da avaliação de pessoal especializado em TI (Tecnologia da Informação) para chegar a um número rigoroso de quantos servidores e outros aparelhos serão necessários para esta zona.

É muito válido também que o data center seja alimentado por um sistema que evite oscilações ou a falta de energia elétrica, o qual poderá ser composto por no-breaks, geradores de potência e mesmo uma subestação elétrica, dependendo do porte da organização. A conveniência da ocasião pedirá que, além dos sistemas contra incêndio e de equilíbrio de temperatura, esse setor da organização traga ainda um mecanismo de segurança física, com câmaras de segurança e sistema de identificação para acesso (e, conforme a situação, presença de serviço armado de segurança).

Além dessa estrutura de software e hardware em ambiente controlado, o data center precisa adotar várias medidas para resguardo dos dados, para o caso de, mesmo com tanta proteção, ocorrer um problema. Por isso, recursos como backup automático, servidores virtuais, entre outras soluções tecnológicas são bem-vindas para a boa funcionalidade do sistema.

E você, utiliza um data center na sua empresa ou organização? Como você protege seus dados?

O que são KPIs e como elas podem te ajudar a bater metas

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O mundo dos negócios está cada vez mais competitivo e fazer uma boa análise do que se passa em sua empresa é de grande valia para que você consiga obter sucesso. Com equipes heterogêneas e muitas atividades concomitantes, nem sempre é possível para o dono ou gestor ter uma noção perfeita de tudo que está acontecendo e de quem está ou não fazendo determinada tarefa da maneira que deveria ser feita. Mas, para melhorar esse quadro existem ferramentas de análises interessantes, sendo as KPIs uma delas. Você está familiarizado com essa sigla? Sabe o que ela significa? Se ainda não, é hora de ler com atenção esse texto. Acredite: os benefícios para você e seu negócio serão inúmeros. Confira!

O que é?

A sigla vem do inglês, Key Performance Indicator, que significa indicador-chave de desempenho. Ele nada mais é do que um conjunto de ferramentas que realizam a medição e analisam o nível de desempenho e sucesso de uma organização ou de um tipo de processo que ocorra na empresa. Os KPIs focam muito mais em como e quão bem os procedimentos estão, indicando se os objetivos estão sendo alcançados ou não. E essa é a real intenção dos indicadores de desempenho: mostrar e medir o que é executado e permitir o gerenciamento adequado para que as metas organizacionais e departamentais propostas sejam atingidas.

Existem diversos tipos de indicadores. Eles podem ser quantitativos, qualitativos, de entrada, de atrasos, de processo, financeiros, entre outros. Os KPIs são também uma espécie de veículo de comunicação, pois através deles os gestores se comunicam com os funcionários, elucidando como está seu desempenho ao longo de um período de tempo determinado. Com esse tipo de informação, o gestor tem a possibilidade de se juntar à sua equipe e traçar novos planos de gestão e ação para atingir o que ainda não está bom, bem como de manter o que está sendo atendido satisfatoriamente.

A construção dos KPIs

crop kpiO passo mais complicado na constituição de um KPI possivelmente é a definição da meta que se aspira conseguir. Isso ocorre porque o gestor precisa saber justamente aonde quer chegar e o que é ou não relevante no processo. Exemplificando: um gestor de vendas não precisa controlar os indicadores da área de RH, por exemplo, pois estaria dispendendo energia e tempo para algo que não agregará valor especificamente à sua função. Por mais óbvio que pareça, vale lembrar: você deve destinar seus recursos para as atividades que forem realmente relevantes.

Os indicadores-chave de desempenho têm aplicação essencial nos mais diversos campos de negócios. Com os recursos disponibilizados por eles, você pode entender melhor os processos que sua empresa tem e medir o desempenho de cada setor, isoladamente. A combinação dos indicadores será o resultado de seu negócio e pode ainda apontar os caminhos para a criação de uma nova estratégia ou a manutenção daquela que está dando certo.

E você, utiliza KPIs para otimizar a mensuração de metas em sua empresa? Use-os a seu favor e alcance efetivamente seus objetivos!

Criador de Sites 2.0 – Minha página precisa de identidade visual?

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O que é

Identidade visual é o conjunto de elementos que representa uma marca – seja de um produto, uma empresa, um serviço ou até mesmo uma pessoa. Mas não só um nome e um logo constroem uma identidade: também é preciso definir uma paleta de cores, um estilo de tipografia, grafismos… ou seja, todo um universo de elementos para representarem a marca em meios digitais e físicos. Algumas empresas também optam por usar personagens para ilustrar sua marca, e isso também faz parte da identidade.

Sejam quais forem os elementos da identidade, é importante que ela tenha sido definida com um bom planejamento. Uma dica para começar é responder duas perguntas: a primeira, “como eu quero ser reconhecido e lembrado pelas pessoas?” e a segunda, “com quem eu quero falar, principalmente?”. A partir destas respostas é possível montar um briefing consistente para que o designer crie uma identidade única para sua marca.

Como ter a sua

Criar uma identidade visual não é algo que pode ser feito do dia pra noite, por qualquer pessoa. É realmente necessário contratar um profissional ou uma empresa especializada. Conheça a rede Profissionais de Internet e entre em contato com algumas empresas que poderão ajudá-lo. [ http://profissionaisdeinternet.com.br ]

Porquê investir

Ter uma identidade consistente é um passo importante, e muitas vezes decisivo, para a profissionalização da sua empresa. Mesmo quando você é um profissional freelancer, lembre-se que seu nome passa a ser uma marca para o mercado. Seus clientes passam a reconhecê-lo em cartões de visita, banners na internet, folhetos informativos e outras peças de comunicação. Se cada uma delas transmitir uma mensagem diferente, sem consistência visual e de comunicação, dificilmente as pessoas conseguirão lembrar de você e provavelmente não irão levar sua marca à sério. Isso pode impactar drasticamente na hora de conquistar novos clientes e fechar novos negócios.

Como aplicar a identidade no site

Depois de criada, a identidade visual deve ser utilizada em todas as novas peças de comunicação da empresa, incluindo o design do site. Altere os itens que achar necessário para a adequação: fonte, estilo do menu, paleta de cores, imagens das páginas, fundo do site. Veja neste passo-a-passo todas as possibilidades de personalização do site. [ http://wiki.locaweb.com.br/pt-br/Como_personalizar_o_site_no_Criador_de_Sites_2.0 ]

Criador de Sites 2.0 – Boas práticas de design e usabilidade.

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É importante começar o post deixando claro que não existe uma receita de bolo para criar um bom site. Por outro lado, você pode seguir algumas dicas e ficar muito mais perto de atingir seu objetivo. Comece respondendo às seguintes perguntas:

1) Como sua empresa quer ser reconhecida, encontrada e lembrada?

2) Para quem você quer direcionar sua comunicação?

3) Qual é o principal objetivo do site?

Estas respostas devem ser consideradas como um guia para a construção de seu site – por isso mesmo, cada projeto é único. Poucos sites conseguem chamar sua atenção de maneira positiva e pouquíssimos são bons o suficiente para serem lembrados. Portanto, seja consistente na hora de transmitir o discurso da sua empresa, direcione sua comunicação sempre para o mesmo público e nunca esqueça do real objetivo do site.

Então, a primeira dica é: tenha foco. Definido o principal objetivo do site, lembre-se dele sempre que for criar uma nova página. Isso vale também para o público-alvo: não tente atingir o máximo de pessoas possível porque uma comunicação abrangente demais acaba não impactando ninguém.

Para colocar a mão na massa, siga as dicas de boas práticas de design:

As pessoas lêem menos do que você acha

Diversos estudos comprovam que ninguém lê na internet; na verdade, as pessoas apenas “escaneiam” as páginas com os olhos para ter uma ideia geral do conteúdo. Se forem impactadas por algum link e título que chame a atenção, aí sim os olhos pousam sobre o trecho para dar mais atenção. Portanto, corte o excesso. Em seu site, diga apenas o necessário para atingir o objetivo.

Conteúdo organizado é mais atraente

Até mesmo um site com pouco texto pode ser cansativo, entediante e chato. Faça um esforço para deixar a diagramação do conteúdo mais agradável: dê um título para a página, divida os assuntos em blocos menores (separando-os com subtítulos), use imagens de apoio. Se no menu o link da página é “Contato”, deixe um título na página como “Venha tomar um café com a gente!”. Muito mais atraente e amigável, não?

Evite fontes pequenas e cores cansativas

Uma leitura confortável é item indispensável para que o visitante passe mais tempo navegando. Se o seu site parecer cansativo na primeira “escaneada”, pode ter certeza de que o visitante não vai tentar se esforçar para ler e vai sair rapidinho. Portanto, deixe que o design limpo, organizado e agradável chame a atenção, em vez de fazer isso com cores berrantes. Lembre-se sempre de que o monitor emite luz, por isso páginas muito coloridas podem causar bastante desconforto.

Usar fontes um pouco maiores também é uma boa dica: para os parágrafos, escolha entre corpo 14pt e 16pt; já para os títulos, entre 24pt e 36pt – dependendo da importância que você quer dar para cada um deles.

Não tenha medo da altura do site: aquela história de que os usuário não rolam a página é um mito, já derrubado por estudos. Se o conteúdo for interessante, o usuário vai rolar a página e navegar pelo site, pode ter certeza.

Não use “clique aqui

Um termo bastante comum em sites é o “clique aqui”. Seja em páginas internas ou até mesmo na home, o famoso “clique aqui para saber mais” ou “clique aqui para conhecer a empresa” é um grande problema de usabilidade. Isso porque, como dito anteriormente, o usuário apenas “escaneia” as páginas com os olhos, procurando elementos que chamem a atenção. Em geral, eles são: imagens, títulos e links. Agora, imagine o quanto entediante é uma página cujos links são todos “clique aqui”. O usuário passa alguns segundos olhando pra sua página e não descobre qual é o assunto principal.

Outro motivo para evitar o “clique aqui” é o impacto dessa prática no SEO – Search Engine Optimization. Diversos fatores são levados em consideração pelo Google na hora de exibir seu site entre os resultado. Um dos mais importantes é justamente o conteúdo das páginas e os links internos: por exemplo, “clique aqui para conhecer os consultores jurídicos” tem menos importância para o Google do que “conheça os consultores jurídicos”, na hora de uma pesquisa por “consultores jurídicos”.

Música? Só se o visitante der play

No início da popularização da internet era muito comum entrar em sites cheios de apresentações em Flash, Gifs animados e música de fundo. Mas já faz algum tempo que essas práticas caíram em desuso. Hoje em dia, acessar um site em que uma música começa a tocar automaticamente causa uma péssima impressão para o visitante. Primeiro, porque é comum ter várias abas abertas e não saber de onde vem a música é bem irritante. Segundo, porque o usuário pode estar sem fones de ouvido, em um ambiente inadequado para sons com volume alto. Além do mais, lembre-se que seu site pode ser acessado não só de um computador, mas também de um smartphone, tablet e diversos outros dispositivos.

Portanto, se o conteúdo em áudio for imprescindível para o objetivo da página, deixe um player visível para que o usuário possa iniciar quando quiser e pausar a qualquer momento.

Crie padrões e siga-os sempre

Como já dito, é importante criar páginas que sejam confortáveis de ler e de navegar. Padronizar o tamanho das imagens e dos textos em cada página também á uma boa prática. Se você fizer uma página sobre os funcionários da sua empresa, por exemplo, use sempre o mesmo estilo visual para cada foto, deixando todas com o mesmo tamanho. Assim, seu conteúdo fica bem organizado e transmite a idéia de profissionalismo. Leia mais sobre padrões e identidade visual.

Criador de Sites 2.0 – Como ser encontrado no Google.

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Como funciona a busca do Google

O Google utiliza diversos mecanismos para ordenar os resultados de uma busca, mas o conteúdo continua sendo o principal. Em geral, ao pesquisar por um termo no Google ou em qualquer outra ferramenta de busca, os sites que contém aquele termo exato são exibidos primeiro.

As variações no resultado começam a acontecer quando existem muitos sites utilizando o mesmo termo. Então, outros fatores também são levados em consideração na hora de organizar os resultados: por exemplo, a quantidade de acessos e a quantidade de links na internet que apontam para o site.

Os critérios usados pelo Google para ranquear as páginas são guardados a sete chaves. Mas alguns itens fazem diferença para que uma página esteja entre os primeiro resultados. Para quem usa o Criador de Sites 2.0, não precisa se preocupar com a estutura HTML da página e nem com arquivos que dizem ao Google o que existe no site. Porém, há outras coisas que dependem apenas da pessoa responsável por alimentar o site com conteúdo.

 Título do site e título da página

Título do Site serve para que o Google entenda qual é o assunto prinicipal daquele site. Se seu site é sobre “cachorros de raça”, por exemplo, use esse termo no título. Assim, quando alguém procurar sobre esse termo são maiores as chances de o Google colocar seu site entre os resultados mais relevantes.

Já o Título da Página deixa claro qual é o assunto específico daquela página. Seguindo o mesmo exemplo, digamos que haja uma página falando sobre a raça daschund. Assim, use esse termo e até sinônimos (como daschund ou cachorro salsicha) para avisar aos mecanismos de busca que essa é a página que deve ser exibida caso alguém faça a busca por esses termos.

Tanto o título da página quanto o título do site são exibidos na aba do navegador. Por isso, cuidado para escrever sempre títulos claros, que também ajudem os visitantes a se localizarem quanto tiverem várias abas abertas.

No Criador de Sites 2.0, você pode cadastrar esses termos dentro da área de edição do site, clicando em “Detalhes”.

Descrição nas páginas

Se o Título da Página deixa claro qual é o assunto que está sendo tratado, a descrição ajuda a detalhar ainda mais quais os tópicos que um visitante irá encontrar nessa página. Nos resultados de busca, a descrição é exibida logo abaixo do título. Assim, além de ajudar o Google a entender o conteúdo de seu site e ranqueá-lo nas buscas, a descrição também ajuda a convencer quem faz a busca de que seu site tem aquilo que ele procura.

No caso da página sobre a raça daschund, a descrição teria um texto como “Conheça os cachorros da raça Daschunds, a história da raça, suas características, personalidade, principais problemas de saúde e como cuidar melhor deles”.

A descrição pode ter até 160 caracteres e não é exibida no próprio site, apenas nos resultados de busca e no código fonte da página. No Criador de Sites, também pode ser cadastrada clicando em “Detalhes”.

Descrição nas fotos e nome nos arquivos

O Google faz muitas coisas, mas ainda não consegue “enxergar” uma imagem e saber qual é o conteúdo dela. Assim, é preciso ajudar a ferramenta a entender o que significam as imagens de seu site.

A primeira maneira de fazer isso é deixando o nome da imagem descritivo. Por exemplo, se tivermos a foto de um cachorro correndo, o ideal é que o nome da foto seja cachorro_correndo.jpg.

Outra maneira de ajudar o Google é acrescentando uma descrição na imagem. Assim como a descrição das páginas, esse texto não é exibido no site, fica apenas no código fonte e tem como função informar para os mecanismos de busca qual é o conteúdo da imagem e também para descrever esse conteúdo a pessoas com deficiência visual que utilizam leitores de tela. O ideal é que a descrição seja clara e direta. Por exemplo “cachorro da raça daschund correndo na grama”.

Conteúdo bem feito

  • Essas melhorias podem não ajudar em nada se o conteúdo não estiver bem feito. Então, siga essas dicas para ter um site que aparece na primeira página do Google:
  • Organize as páginas do site de maneira que cada uma delas seja específica sobre um assunto;
  • Use palavras-chave no título e também nos textos da página;
  • Use títulos e subtítulos para estruturar o conteúdo;
  • Marque com negrito as palavras-chave que merecem mais importância que outras;
  • Informe uma descrição para cada imagem;
  • Escreva corretamente, sem erros de portuguê

Mais algumas dicas

O Google atualiza os sistemas de pesquisa frequentemente, cada vez exibindo mais páginas entre os resultados. Entretanto, esta atualização não é imediata, portanto assim que você publicar seu site, é muito provável que ele ainda não esteja sendo exibido. Aguarde pelo menos alguns dias para tentar encontrá-lo entre os resultados.

A cada dia, a disputa pela primeira página do Google cresce, de maneira que muitos sites ajustam frequentemente seu conteúdo e seu código para tentar ganhar mais posições. Isso acontece, é claro, com sites que tem um tipo de conteúdo muito comum. Quanto mais específico seu site for, mais fácil de alcançar a primeira página.

Evite utilizar palavras-chave genéricas. Por exemplo, “escola”, “marketing” e “contabilidade” não são bons termos. Por serem palavras muito comuns, utilizadas há muito tempo por muitos sites na internet, é bastante provável que o seu site não irá aparecer na primeira página tão rápido. Prefira utilizar termos mais específicos, como “escola católica em São Bernardo do Campo”, “cursos de marketing na Zona Sul do Rio de Janeiro”, “consultoria de contabilidade jurídica em Belo Horizonte”. Dessa maneira, a competição diminui e a possibilidade de seu site aparecer entre os primeiros resultados fica maior.

Ferramentas que podem ajudar

Para ter certeza de que tudo que você está fazendo no site surtiu efeito, é preciso acompanhar o desempenho de seu site. A maneira mais simples de fazer isso é acompanhando as métricas através do Google Analytics. Lá, é possível saber quantas pessoas chegaram a seu site pelo Google e quais foram as palavras-chave usadas para chegar até ele (veja como colocar o código do Analytics no Criador de Sites). [ http://wiki.locaweb.com.br/pt-br/Integrar_seu_site_ao_Google_Analytics_no_Criador_de_Sites_2.0 ]

Também é possível utilizar ferramentas como o Orago, oferecido pela Locaweb. Com ele, é possível fazer uma análise do site para descobrir quais pontos podem ser melhorados e qual é o posicionamento de seu site em relação aos concorrentes.