8 mitos da tecnologia que muitos ainda acreditam

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Você já percebeu que a partir do momento que a tecnologia avança, surgem alguns mitos? É o celular que pode causar câncer, quando usado por muito tempo, ou ainda, que não pode ser utilizado quando se está abastecendo o carro. Os mitos são muitos! E a Revista Exame selecionou alguns. Será que você já acreditou ou ainda acredita em algum deles? Confira nossa lista:

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1 – Mais megapixels, melhor a câmera

Acredite, não é porque o número de pixels de uma câmera é maior do que as demais, que ela produzirá fotos melhores. Há outros fatores capazes de interferir na qualidade de uma imagem, como as lentes, o sensor e a presença de um redutor de vibrações. A Revista Exame cita que em alguns casos, quando se tem mais pixels no sensor, isso pode até prejudicar a foto.

2 – Deixar o smartphone na tomada estraga a bateria

Se isso fosse verdade, muitos acordariam com o celular quebrado por terem deixado carregando durante a noite toda… Smartphones atuais, com baterias do tipo lítio-íon, não estragam quando estão plugados à tomada. Quando o carregamento atinge 100% ele simplesmente para.

3 – Não recarregar o smartphone com até a bateria ter terminado

Mais um mito envolvendo smartphones e baterias… Essa teoria até faz um pouco de sentido, mas quando a usamos para celulares antigos. As baterias atuais não sofrem “efeito de memória”, logo, não há nenhum benefício em deixá-las descarregar totalmente. A longo prazo isso pode até encurtar a vida útil dela; é recomendado que você recarregue quando o nível de energia estiver abaixo de 20%. Diz aí: você já caiu nessa?

4 – Tela melhor é a que tem alta resolução

Uma tela com resolução maior não necessariamente implica em melhor qualidade visual. Sabe por quê? Estudos mostram que o olho humano não consegue perceber nenhuma melhora acima de 300 pixels por polegada, mas isso relacionado a smartphones. Quando falamos de televisores, uma tela 4K Ultra HD parece melhor que uma Full HD quando vista de perto.

5 – Smartphones causam câncer no cérebro

Essa é um tanto quanto polêmica e provavelmente você já ouviu sua mãe lhe alertando sobre o assunto. Não há nenhuma evidência científica de que smartphones possam causar câncer no cérebro, mesmo que eles emitam radiação eletromagnética e que ela seja absorvida pelos tecidos humanos, mas com baixa intensidade. O Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos confirmou que vários estudos foram feitos e o resultado foi que: “Pesquisas com células de animais e pessoas mostraram que a energia  de radiofrequência não causa câncer.

6 – Se deixar o notebook no colo, pode ficar estéril

Esse mito surgiu em 2011, quando a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva publicou um estudo, apontando que expor experma a radiação eletromagnética de um notebook com conexão Wi-Fi danifica o DNA do espermatozoide e diminui a mobilidade. Mas, o presidente da Sociedade de Reprodução Masculina e Urologia dos EUA, disse que o resultado dessa pesquisa não se aplica a um notebook no colo, já que isso  não biologia da vida real, é um ambiente artificial. Isso é um mito, mas é preciso ficar atento com outros problemas relacionados à radiação térmica e eletromagnética dos notebooks, como a síndrome da pele tostada. Se ele aquece demais e estiver no colo, pode queimar o tecido da pele.

7 – Apple inventou o tablet

Não, gente! Jobs pode até ser o cara, mas ele não inventou o tablet. O primeiro modelo foi criado por Jeff Hawkins, em 1989. Ele rodava o Microsoft MS-DOS 3.3, custava 3 mil dólares e chamava-se GRiDPad. Depois disso surgiram tablets que rodavam Windows XP Tablet PC Edition, mas eles eram muito grandes e pouco práticos; diferente do IPad, que trouxe vários aperfeiçoamentos, fazendo esse produto ficar bem sucedido.

8 – Apagar a lixeira deleta permanentemente seus dados

Tudo bem, esse mito faz muito sentido… Mas infelizmente não é isso o que acontece quando você apaga seus dados da lixeira. Os documentos não são apagados, eles só deixam de ser visíveis para o sistema operacional. Logo, quando o usuário deleta um arquivo, o sistema operacional marca o espaço que era ocupado por ele como bits, mas os bits com as informações continuam lá. Existem até empresas especializadas em recuperar esses arquivos excluídos.

Gerenciamento e Escalabilidade de Container Docker no Jelastic

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Containers Docker é a grande hype do momento. Não é para menos, pois o projeto conseguiu integrar-se com facilidade ao fluxo de trabalho do desenvolvedor, ao mesmo tempo que unificou um padrão multiplataforma para containers.

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Se fizermos uma pesquisa com o termo Docker no Google Trends, veremos que desde seu surgimento, no início de 2013, a curva do gráfico praticamente só faz subir:

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Com o Docker é possível utilizar um mesmo container que perpassa todas as fazes do desenvolvimento, passando por testes até o deploy, sem muito esforço. Desta maneira, todo o ciclo de desenvolvimento à produção do aplicativo se dão dentro de um mesmo ambiente, evitando inconsistências e o famoso “funcionava perfeitamente na minha máquina”.

Mas como sempre acontece com tecnologias muito novas, ainda há muito o que se evoluir em ferramentas e serviços para facilitar o uso e a administração de contêineres em larga escala, inclusive dentro de cenários corporativos, permitindo uma maior adoção da tecnologia.

Dentro desse contexto, a Locaweb dá um passo a frente, ao disponibilizar suporte ao Docker em uma de seus produtos de cloud mais importantes: o Jelastic. Trata-se de um cloud do tipo Plataforma como Serviço (PaaS), contudo, esta atualização praticamente transforma o produto em um IaaS (Infraestrutura como Serviço), uma vez que a plataforma passará a suportar qualquer tecnologia que estiver disponível no container Docker, oferecendo assim mais flexibilidade aos usuário, que por sua vez continuam a contar com recursos como escalabilidade automática e balanceamento de carga.

Adicionando um container Docker

Você pode adicionar um container Docker a partir do Docker hub ou de um Registry privado. Para utilizar um container disponível no Docker Hub, basta clicar no botão Novo Ambiente e na aba do Docker do modal que surgirá em seguida.

Selecione o componente do stack que vc quer criar, de forma a melhor organizar o seu ambiente (balanceamento, aplicação, armazenamento e extra) e clique no botão Select Container.

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Na tela seguinte, você poder escolher algumas das sugestões do QuickStart ou buscar qualquer container disponível no Docker Hub através da aba Search on Hub Registry. Há ainda a opção de adicionar seu próprio registry, passando os dados deste na aba Custom.

É possível colocar mais de um containers em cada um dos componentes do stack, sendo que eles podem ser instâncias idênticas da mesma aplicação/container, ou mesmo aplicações completamente diferentes. Na imagem abaixo, há duas imagens diferentes criadas por mim.

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Depois de escolhidas, você pode definir os limites mínimos e máximos de escalabilidade vertical, como de costume no Jelastic. Além disso, é possível clicar no botão Edit para visualizar ou editar as configurações do container.

Lembre-se que nem todo container está configurado para ser acessado através da porta 80 com um servidor web ativo. Qualquer outra configuração deve ser feita através do acesso SSH. Se você não sabe fazer um acesso SSH no Jelastic, confira o episódio 2 do TecnoPapo

Fatores que levam as iniciativas de Cloud Computing ao fracasso

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Você adotou o cloud computing em sua empresa, só que ao contrário do que imaginava, e diferente de seus parceiros e concorrentes, ele não surtiu o efeito esperado. Obviamente você ficou frustrado e se pegou pensando na razão de isso ter acontecido justamente com sua empresa.

Sim, há uma razão para isso, ou melhor, duas. Segundo artigo publicado no portal Computerworld, dois fatores seriam os responsáveis pelo fracasso do cloud computing: falhas na estratégia de adoção da tecnologia e na governança da mesma. Logo, é muito importante que você saiba por que sua empresa está usando este tipo de ferramenta e quais resultados pretende alcançar com ela.

Flexibilidade e agilidade são os benefícios da computação em nuvem. Dessa forma, ela acaba sendo mais uma plataforma para se colocar em prática novas iniciativas, do que uma plataforma para fazer algo que já existia com menor custo. É por esse motivo que a adoção desse modelo deve ser mais estratégica do que tática; já que, segundo o site, quando a agilidade é aliada à flexibilidade de crescer e diminuir, ela serve como um alicerce para a implantação de novos modelos de negócio com time-to-market reduzido.

Quando uma organização adota o cloud computing junto a práticas ágeis, é possível colocar  no ar um novo serviço em poucas semanas, o que há pouco tempo era praticamente  impensável. Mesmo com funcionalidades mais limitadas, ele já pode atender necessidades  mais urgentes dos clientes, fidelizá-los e ir incorporando melhorias em poucas semanas.

Mas sabemos que não se pode abandonar a busca por um modelo de computação em  nuvem que tenha um custo menor; e é aí que as frustrações acabam mais evidentes, principalmente por falhas na governança.

O artigo traz uma analogia muito pertinente sobre esse ponto, comparando o cloud computing com o fornecimento de energia elétrica. O custo de cada megawatt consumido em uma casa é pequeno, agora, quando você deixa todas as luzes dela ligadas durante 24h em um mês, esse desperdício terá um grande impacto em sua conta de energia. Para o autor é muito fácil ser traído pelo baixo valor unitário e ter uma falsa sensação de controle e conforto, até o dia em que a conta chega.

Quando analisados individualmente, os recursos da nuvem custam pouco, mas quando contratados em volume, têm grande impacto. Se o volume é justificado, então é um bom negócio. Agora, se o volume foi contratado em excesso, acaba sendo um desperdício.

Novamente comparando a plataforma com a energia elétrica, sua conta de luz tem uma linha descrevendo o serviço. A fatura de um provedor de nuvem pública pode passar de mil linhas, cada qual com a descrição, muitas vezes pouco intuitiva do serviço ali cobrado. Além disso, em sua residência há apenas uma conta de luz, já em sua empresa, pode haver mais de uma fatura de nuvem pública, contratada por áreas diferentes, incluindo TI e de negócio, junto a diferentes provedores.

Dessa forma, é possível descobrir quais são os recursos contratados, de quais provedores e quem os contratou? Ou ainda, como você saberá se os recursos estão sendo dimensionados adequadamente; se há excesso de capacidade e desperdício? Como alocar custos entre departamentos?

A maioria dos usuários frustrados com o cloud computing não possuem essas respostas e elas passam pela governança. Cada negócio precisa estabelecer um modelo de governança para gerir o uso de recursos computacionais de suas diferentes nuvens públicas, integrados com os recursos internos – Datacenter, servidores virtualizados, etc. – uma governança da nuvem híbrida.

Quando o modelo de governança é estabelecido, ele permite visibilidade do que foi contratado, por quem e em qual provedor. Assim é possível monitorar o nível de uso, desempenho e segurança em diferentes horários, independente do provedor de nuvem onde os recursos estejam e capacitar a consolidação das faturas e diferentes provedores e a alocação dos custos entre os departamentos; além de possibilitar a definição de políticas, quais preços serão praticados e oferecer automação para ligar e desligar novos recursos, assim por diante.

Agora que você já sabe quais são os fatores que levam a computação em nuvem ao fracasso, procure um parceiro que te ajude na governança e na melhor estratégia para sua empresa. Conheça os serviços da Locaweb Soluções Corporativas e saiba como podemos ajudá-los.

Ganhe ingressos para Chacrinha O Musical

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Já dizia Chacrinha, brasileiro adora ganhar uma coisinha. Vocês querem ingressos grátis? É só correr para o nosso Facebook nesta terça e quarta-feira e descobrir quais são as palavras escondidas no nosso caça-palavras! Os cinco primeiros que descobrirem e comentarem levam 1 par de ingressos cada. Só não vale repetir a palavra!

Regras:

– Serão cinco vencedores por dia (14 e 15 de julho), podendo levar um acompanhante;
– Os participantes devem residir na cidade de São Paulo e ter acima de 18 anos;
– Não ganhará quem repetir as palavras que já foram comentadas;
– Entraremos em contato com os ganhadores, marcando-os no próprio post;
– Os vencedores precisaram enviar o nome completo e e-mail (seu e do acompanhante) para socialmedia@locaweb.com.br;
– Usuários ou perfis falsos serão desqualificados;
– Funcionários e familiares da Locaweb não poderão participar.

Não fique fora dessa! O espetáculo ocorrerá neste dia 18 e 19 de julho, no Teatro Alfa, em São Paulo. Mais informações aqui! ;)

 

 

Você já ouviu falar de Streaming?

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Nos dias de hoje, em que as pessoas passam o dia todo conectadas, muito se fala sobre streaming. Mas você sabe realmente o que é um streaming?

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O streaming nada mais é do que uma forma de distribuição de conteúdo digital, sem a necessidade de realizar downloads do que se deseja ouvir ou assistir. Nascido em meados dos anos 90, o streaming acabou se popularizando apenas nos anos 2000, e hoje está presente em nossas vidas de tantas maneiras que muitas vezes nem nos damos conta.

O que muitos não sabem é que além de utilizar a tecnologia streaming para ouvir músicas e assistir vídeos e filmes, ela também pode ser utilizada para realizar a transmissão de conteúdos em áudio e vídeo. Quem nunca pensou em ter seu próprio programa de TV ou uma rádio, por exemplo? Com o streaming, isso é possível. E mais, o seu conteúdo pode ser acessado pelo computador, tablet ou smartphone. É literalmente o poder da tecnologia colocando seu conteúdo ao alcance de qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, em tempo real.

Veja três dicas importantes para você ter em mente antes de contratar um serviço de streaming.

O serviço de streaming hoje é ofertado por muitas empresas no mercado brasileiro, então, como saber qual a melhor opção para atender a minha necessidade. Aqui vão alguns pontos fundamentais para você considerar antes de tomar sua decisão.

  • Qualidade na transmissão

Tenha em mente que muitas pessoas que irão acessar o seu conteúdo não possuem tanta qualidade de conexão. Então, na hora da escolha, procure uma opção que se adapte à conexão do usuário evitando assim que o vídeo trave durante sua reprodução.

  • Conteúdo multiplataforma

O mundo está se tornando cada dia mais mobile e as pessoas vivem conectadas. Encontre uma opção para sua audiência acompanhar seu conteúdo tanto do computador quanto de tablets e celulares.

  • Velocidade

Ninguém gosta de ficar esperando muito tempo até um conteúdo ser totalmente carregado para ser acessado. Nos dias de hoje, as pessoas querem acesso rápido, cômodo e prático

Está procurando opções de streaming para transmitir áudio ou vídeo em alta qualidade, em tempo real?

Acesse e conheça as soluções de Streaming da Locaweb.