Outsourcing em TI ajuda a reduzir custo e aumentar produtividade.

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Dados da consultoria IDC Brasil apontam que o mercado brasileiro de TI e Telecom vai movimentar, em 2015, 165,6 bilhões de dólares – sendo 61,6 bilhões de dólares no segmento de TI.

Por isto, adotar o outsourcing da infraestrutura completa de TI e Telecom de empresas é uma realidade cada vez mais presente no mercado brasileiro, uma vez que o processo traz  vantagens competitivas como armazenamento integrado de informações, redução de custo,  foco no negócio e produtividade, além de economia com infraestrutura e pessoal.

Segundo o estudo Predictions 2015, da IDC Brasil, o outsourcing de TI é uma das grandes tendências do ano. Com as incertezas do mercado e a procura por elasticidade como vantagem competitiva, o uso da Cloud Pública deverá crescer mais de 50%, impulsionando  assim para que IaaS (Infraestrutura como Serviço) continue sendo a maior demanda desse  ano.

Atuar em TI significa antecipar as necessidades dos clientes. Com a evolução da conectividade, da Internet e da mobilidade nos últimos anos, muitas aplicações empresariais deixaram os limites físicos das salas e migraram com segurança para o ambiente de Cloud Computing.

Fonte – Revista Exame

Devemos ter medo da tecnologia do futuro?

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Para ler ouvindo: Pitty – Pane no Sistema

Você chega em casa depois de um longo dia de trabalho e já sente o cheirinho da comida assim que abre a porta. Neste momento, as luzes do seu “lar, doce lar” se acendem sozinhas e toca aquela música que você tanto gosta. Não há como ficar de mau humor.

 

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Seus filhos já fizeram o dever de casa, o cachorro já comeu, está tudo limpo, mas você percebe que está sem fome e não quer comer. Ao invés de descansar, sentar no sofá confortável que você tanto gosta e ler um bom livro ou assistir aos episódios de sua série favorita, você é OBRIGADO a se exercitar, depois, a comer e, depois, a tomar um banho, a dormir às 22h30 e, no dia seguinte, acordar às 7h e vestir a roupa que já foi escolhida por – você? Sua mãe? Seu companheiro? Seus filhos? Não, por um ROBÔ.

Ao perceber que você não vai fazer aquilo que deveria, o robô lhe aprisiona e lhe obriga a realizar todas as tarefas do dia.

Sem liberdade.

Prisão.

Uma espécie de prisão tecnológica criada por você, porque a decisão de comprar o robozinho simpático que parece um ser humano foi sua. E, então, todos os dias são repetitivos. Você não ensina as crianças, não passeia com o cachorro, nem dá comida para ele, não cozinha. Tudo é mecanizado.

O despertador toca e você acorda assustado.

Ótimo, era só um pesadelo.

No futuro, a Inteligência Artificial vai ter humanos como bichinhos de estimação” – essa frase é de Steve Wozniack, o Co-fundador da Apple. Para ele, a IA é um risco por ser muito mais esperta do que a gente e, sendo mais esperta, perceberá que precisa de nós, reles humanos. Woz refletiu sobre o assunto enquanto alimentava seu cachorro e percebeu que a Internet das Coisas faz tudo pelas pessoas. Não é preciso fazer. Não é preciso pensar. Seríamos (somos) como os PETs, cuidados e mimados o tempo todo.

Para você ter uma ideia, um programa de Inteligência Artificial ganhou de seres humanos em um teste de QI. Logo, as máquinas estão cada vez mais próximas de terem uma inteligência próxima da nossa. Tudo bem, ainda não foi comprovado que o QI é a melhor forma de medir a inteligência dos humanos, mas vamos concordar, essa informação dá um pouquinho de medo, não acha?

Segundo uma matéria publicada no site da Revista Galileu, os resultados do programa foram comparados com o de 200 pessoas, com níveis diferentes de educação e mesmo assim a diferença foi gigante. Ele ganhou inclusive de quem tem mestrado e doutorado. Mas vale lembrar que o sistema foi criado para passar no teste de inteligência verbal, apenas uma parte da inteligência humana.

Já não é novidade que as máquinas têm assumido funções que antes eram dos homens e que os algoritmos estão cada vez mais superando os humanos. Mas será que a Inteligência Artificial irá evoluir ao ponto de termos de pausá-la ou limitá-la?

Em um artigo para a Agência Efe, Nuria Oliver, diretora e co-fundadora da área de pesquisa na Telefônica e especialista em IA, afirmou que processadores com capacidade de processamento similar à do cérebro humano poderão existir em poucos anos, e questionou o que poderia ser feito com toda essa capacidade de computação.

Para ela é imprescindível assegurar valores e princípios éticos no desenvolvimento e no uso de tecnologias. Essa evolução deveria ser focada em fins positivos, já que com robôs, por exemplo, é possível fazer tanto o bem quanto o mal e o risco será grande se ninguém impedi-la em um futuro próximo.

Um questionamento parecido foi levantado pelo Mashable. Ao publicar uma matéria sobre um robô que joga pingue-pongue, o portal aponta que isso pode ser um tanto assustador. Se o robô gigantesco, que está rebatendo a bolinha e fazendo você se divertir, for usado para o mal, como seria?

Tudo bem, a culpa não seria da tecnologia em si, e sim das pessoas que operam essa ferramenta. Mas estaríamos preparados para lidar com a tecnologia do futuro ou seríamos apenas seus PETs esperando por comida e afeto?

Não há uma resposta concreta, mas há uma grande chance de o pesadelo virar realidade e, esta jornalista que escreve, ser substituída por um robô.

E sim, já criaram uma máquina capaz de escrever como um jornalista.

Como a tecnologia pode transformar positivamente a vida das pessoas?

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Faça o bem sem olhar a quem.”


Tudo bem, a frase é um tanto clichê e provavelmente você já a ouviu em algum momento. Mas não podemos negar que ela é inspiradora. Tão inspiradora que alguns programadores, desenvolvedores e outros profissionais que trabalham com tecnologia, têm levado essas palavras à risca.

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Sim, o mundo tecnológico também “tem sentimentos”. Ou melhor, os profissionais que atuam nessa área se dedicam, pesquisam bastante e, por meio de muito trabalho – e suor -, transformam e facilitam a vida de outras pessoas; investindo em projetos que visam incluir e auxiliar no dia a dia de quem precisa.

Quer um exemplo?

Pensando em contribuir com a alfabetização em braile, foi criado o Blitab, um tablet que permite deficientes visuais navegarem na web e se comunicarem com facilidade. O display do aparelho é feito de um líquido que sintetiza o conteúdo do texto para o sistema de leitura a partir de pequenas bolhas. Ele não é capaz de se conectar ao Wi-Fi, mas possui uma entrada USB e outra para cabo de rede. Legal, não é mesmo?

O Dot é outro projeto nessa mesma linha. Ele é o primeiro smartwatch em braille e, ao usá-lo, o deficiente visual pode enviar mensagens, navegar, ler e-books e, claro, conferir as horas. A interface do Dot possui uma série de pinos que sobem e descem, soletrando as palavras em braille. O mais bacana é que o produto poderá ser encomendado ainda neste ano e deve custar cerca de 300 dólares.

Outro exemplo de como a tecnologia pode contribuir para o bem da sociedade é o aplicativo Livox. Desenvolvido pelo analista de sistemas Carlos Pereira, o APP permite que portadores de paralisia cerebral se comuniquem com eficiência. Basta usar o Livox, tocar na tela do tablet e um algoritmo inteligente irá calcular com quantos dedos a pessoa está teclando, por quanto tempo, se eles se arrastam ou não e corrige o toque como se estivesse lendo o comando.

O projeto deu tão certo que o brasileiro foi premiado pela ONU como o melhor aplicativo de inclusão social do mundo! Vai dizer… Que orgulho, hein!

O SuperSpeak é um projeto com intuito parecido. Lançado há poucas semanas, ele permite que crianças autistas se comuniquem facilmente com os pais, professores e amigos usando um smartphone. A interface do aplicativo norueguês, que recentemente ganhou o Prêmio Nórdico de Startups de melhor empresa social, é interativa e basta clicar em imagens para que os portadores criem suas frases. Se a criança quiser andar de bicicleta, ela clica na imagem da bike e mostra para os pais.

Na última semana A Revista Exame divulgou um APP capaz de treinar o cérebro para auxiliar pessoas com esquizofrenia. O Wizard é um treino cerebral para iPad desenvolvido para ajudar a memória episódica, necessária para lembrar coisas como onde você deixou suas chaves ou onde o carro está estacionado. Segundo testes realizados pelos cientistas da Universidade de Cambridge, pacientes que jogaram o Wizard durante quatro semanas tiveram melhorias na memória e no aprendizado. O jogo ajuda justamente onde os remédios falham, já que, mesmo pacientes desmotivados são estimulados a continuar o tratamento.

Difícil não ficar empolgado ao ler esses exemplos, não é mesmo?

Sabemos que há outros projetos, vários aplicativos, muita gente empolgada e entusiasmada, querendo contribuir com a sociedade. E se você, que está lendo, também trabalha com tecnologia e quer fazer transformar seu conhecimento em um exemplo, saiba que nunca é tarde para fazer o bem.

O Hospital Sírio-Libanês está com inscrições abertas para o prêmio Empreenda Saúde, que procura por soluções nacionais inovadoras no segmento médico. O vencedor ganha 50 mil reais e acompanhamento profissional para colocar a ideia em prática. São três temas propostos pelo hospital: assistência integral à saúde, mecanismos de integração educacional e saúde ou eficiência em produtos e processos assistenciais.

Entre os projetos vencedores de 2014, pode-se destacar o Eyesynth, um óculos que ajuda deficientes visuais e o Oblumi, um termômetro com infravermelho disponível para celular, além da nova vacina contra a malária. Saiba mais sobre a inscrição no site oficial.

Esperamos que você faça o bem, não olhe a quem e que se sinta ainda mais feliz com a profissão que escolheu. ;)

Por que alguns posts se destacam mais do que outros nas redes sociais?

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PAREM AS MÁQUINAS!
Todas! Agora! Smartphones, tablets e tudo o que estiver fazendo neste exato momento. Temos uma notícia avassaladora: as redes sociais podem estar lhe passando a perna, lhe pregando peças, traindo a sua mente – pausa dramática – neste instante.

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Como sabemos disso? Um grupo de cientistas da Universidade do Sul da Califórnia parece ter todas as evidências deste caso. Isso porque de acordo com o estudo publicado por eles, as redes sociais estão “iludindo” os usuários. Estão os levando a pensar que algo raro é comum.
É por isso que algumas postagens ganham mais relevância do que outras – igualmente boas ou melhores -, condenadas ao limbo da web. E, amigo social media, respire: o conteúdo nem sempre é o culpado.

Cientistas que analisam a internet perceberam que em média, seus amigos terão mais amigos do que você. Por quê? Parece que a distribuição de amigos nas redes sociais segue uma lei de potência. Ou seja, enquanto a maioria das pessoas tem um grupo pequeno de amigos, outras têm um número gigante e acabam distorcendo a média.

Quer um exemplo? Digamos que você e seus amigos tenham cerca de 500 pessoas adicionadas no Facebook. Mas, se você aceitou o pedido de amizade de alguém que tem 10 mil contatos, o número será bem diferente. Neste caso, a “média” não é uma boa maneira de capturar esse conjunto de dados.

Ok. E o que isso tem a ver com as postagens mais relevantes?

Um paradoxo similar foi descoberto dentro das redes sociais, algo descrito como a “ilusão de maioria”, onde um usuário pode observar um comportamento na maior parte dos amigos, quando ele é raro na rede toda.

Para explicar melhor, os estudiosos fizeram um diagrama com 14 círculos ligados, formando uma rede social pequena. Três desses círculos são pintados e, depois, é contado o número de círculos ligados a eles por um só passo.
No exemplo da esquerda os círculos que não são coloridos vêem mais da metade dos vizinhos coloridos. Já no exemplo da direita, nenhum dos círculos sem cor passa pelo mesmo. Só que a estrutura da rede é a mesma nos dois casos, a única coisa que muda são os pontos em vermelho.

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Essa é a tal “ilusão de maioria” – a impressão de que algo é comum e, quando visto globalmente, se vê que é raro. Isso só acontece quando os círculos populares são coloridos; porque eles têm um número maior de ligações e é por esta razão que a teoria está ligada ao paradoxo da amizade nas redes sociais.

Quando os cientistas mudaram a configuração da pequena rede, descobriram que a ocorrência do fenômeno é comum. Analisando redes de cunho político, por exemplo, percebeu-se que 60% e 70% dos círculos terão vizinhos ativos, mesmo que apenas 20% dos círculos estejam coloridos.

A ideia de que um assunto é mais relevante do que outro nem sempre está certa. Isso pode acontecer porque um grupo de usuários bem relacionados nas redes sociais estão “enganando” o resto da rede, levando outras pessoas a pensarem que aquele fato é comum, popular. Quando na verdade não é.

Logo, as redes sociais podem nos fazer acreditar em uma falsa maioria, achar que todos pensam como a gente, como nossos amigos. Nos levar a crer que a maioria dos usuários do Facebook e Instagram adoram fotos e vídeos de gatos.

Mas sabemos que de fato eles gostam.
Ah não! Você odeia? Seus amigos também? Argh… Ilusão de maioria.

Como usar o e-mail marketing a seu favor em momentos de crises.

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O e-mail marketing é um dos meios de comunicação com melhor custo benefício e a possibilidade de medir 100% dos resultados. Compare o retorno que cada envio gera e otimize seus recursos para gerar mais vendas.

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• Enquanto muitos concorrentes diminuem investimentos, aproveite e tome o caminho contrário: Invista em comunicação! Pode ser um momento excelente para consolidar sua marca e aumentar sua participação de mercado.

• Busque sempre redescobrir o seu negócio. É possível que existam novos mercados com grande potencial. Fuja da mesmice dos envios e encoraje a sua equipe a ter ideias novas e testar diferentes abordagens.

• Mantenha a comunicação com a sua base, é muito importante não perder clientes em época de crise e o e-mail marketing é uma ótima ferramenta de relacionamento

• Crie condições especiais para seus clientes: promoções, frete grátis, cupons de descontos, entre outras vantagens sempre são bem aceitas para incentivar a compra. Faça campanhas de e-mail marketing mostrando ao cliente essas oportunidades.

• Na crise, o cliente busca o que é mais barato, sendo assim, divulgue-os e mostre que essas alternativas mais econômicas estão disponíveis.

• Conheça o seu cliente a fundo e valorize suas preferências, por exemplo: você sabe quantos deles estão há mais de 6 meses sem efetuar uma compra? Já sabe quantos clientes clicaram nos seus produtos, mas nunca os compraram? Este tipo de informação pode fazer toda diferença na hora de segmentar uma oferta.

• Um e-mail direcionado pode reacender a atração em algum produto ou serviço. Envie informações úteis relacionadas aos interesses dos seus clientes. Assim ele se engaja com sua marca e aumentando as chances de compra.