Quando o assunto é começar um negócio na internet, podem surgir várias dúvidas a respeito da estratégias e plataformas adotadas para dar start no projeto. Afinal, devo começar por uma loja virtual ou um e-commerce?  

Apesar de se parecerem, as duas palavras se referem a negócios diferentes. Um e-commerce é um comércio com origem digital. Já a loja virtual pode ser a extensão de uma marca que também existe fora da internet. Na prática, algumas funções podem ser distintas para viabilizar a operação e gestão de um negócio tanto de uma loja virtual, quanto de um e-commerce.

Se você está pensando em ter seu espaço na internet e quer montar seu primeiro e-commerce, confira as dicas que preparamos nesse artigo para o seu negócio digital! 

O que é necessário para abrir o primeiro e-commerce?

Antes de abrir o seu primeiro e-commerce, é importante considerar alguns aspectos. Afinal, vender on-line vai  muito além de colocar um site no ar. Entenda melhor!

1 – Plano de negócio

O plano de negócio é necessário para qualquer projeto, seja ele digital ou não. Nessa fase é que acontece o estudo de mercado, a estruturação da empresa e até a estruturação financeira. 

Durante o plano de negócio, vale a pena se atentar a estes pontos: 

  • fazer um cronograma com todas as datas especiais, como Black Friday, Dia dos Professores, etc;
  • organizar o fluxo de caixa, os investimentos, custos e o quanto espera obter;
  • mapear os eventos do setor onde você poderá divulgar os seus produtos e serviços;
  • estruturar um banco de dados com informações estratégicas;
  • estudar o segmento e mercado;
  • identificar o público-alvo e as personas da marca;
  • construir uma jornada de vendas para divulgar os seus produtos na internet, 
  • definir fornecedores e parceiros;
  • analisar cenários — otimistas e não;
  • etc.

2 – Plataforma

Para que um e-commerce funcione, é necessário que a plataforma seja eficiente. Caso contrário, seus compradores desistirão das compras e você perderá negócios. 

Existem várias opções de plataformas, como a Tray — que está no mercado há mais de 16 anos. Na hora de escolher uma, observe se há recursos para a criação de promoções, se o fechamento de pedidos é intuitivo e como funciona para adicionar produtos. O ambiente eletrônico deve ser fácil de usar, tanto para você quanto para os consumidores. 

Outros recursos que devem ser analisados são as integrações disponíveis na ferramenta para plugins, marketplaces, redes sociais e soluções digitais.

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3 – Meios de Pagamentos

Quais opções de pagamento você deseja oferecer para o seu público? Cada opção pode influenciar no fechamento de compras do seu cliente, impactar nos processos de transações online e aumentar as taxas e repasses das instituições. 

Você pode utilizar, por exemplo, gateway e intermediadores, links de pagamentos e boletos. Mas, primeiro, é importante verificar se a plataforma de e-commerce já dispõe de algum meio de pagamento

4 – Operação

Para garantir que os produtos sejam entregues, é necessário ainda ter um processo de operação e logística bem definido. Considere:

  • se é melhor ter ou não um centro de distribuição;
  • quem fará a entrega e quais serão as condições de envio;
  • com qual estoque irá trabalhar (compartilhado, próprio, terceirizado ou descentralizado). 

5 – Controle de fraudes

A internet está muito exposta a ação de fraudadores, o que inclui e-commerces. Para evitar essas situações negativas, é interessante contratar uma empresa especialista em análise de risco e prevenção de fraudes, como ClearSale e Konduto.

6 – Regras e tributos

Assim como outros tipo de negócio, o seu primeiro e-commerce também estará sujeito à legislação e tributos vigentes. Para poder cumprir tudo sem preocupações, é importante se planejar. 

Observe ainda que a sua marca também deverá respeitar o Código de Defesa do Consumidor. Caso não cumpra isso, os seus clientes poderão entrar na justiça para exigir os direitos. 

Entre as situações para prestar mais atenção estão: prazo de entrega, descrição de produtos, formas de pagamentos, atendimento, transparência nas informações e uso de dados.

Se você prometer entregar em cinco dias, não pode depois alegar que não tem estoque. 

Da mesma forma, é válido descrever as mercadorias e colocar as fotos do que vende para que não haja enganos. Mais do que possíveis processos, é a sua reputação como marca que está em jogo.

7 – Ações de marketing

De nada adianta estar na internet, se você não chegar ao seu público, certo? Nesse sentido, é importante investir em marketing digital, o que pode incluir desde campanhas pagas, SEO para atrair tráfego orgânico, disparo de e-mails e postagens nas redes sociais.

Vale observar que uma ação não exclui a outra. Ter uma página no Facebook e no Instagram, por exemplo, pode não ser suficiente para garantir as vendas. Para saber onde investir, você pode analisar os clientes que deseja alcançar. 

Cada estratégia tem suas próprias vantagens. Por isso, analise quais podem trazer mais retorno para o seu projeto. 

Aproveite também para construir um relacionamento com a sua audiência, não apenas em vender um produto. O e-mail marketing, por exemplo, pode ser usado para convencer alguém que ainda não está decidido sobre a compra a escolher a sua empresa. Da mesma forma que pode ser uma forma de se conectar durante a fase pós-compra. 

Por sua vez, as redes sociais não costumam servir para as vendas de forma direta. Mas para apresentar novos produtos, novidades da empresa e se comunicar com os seus clientes. 

Gostou de saber dessas dicas para criar o seu primeiro e-commerce? Então, aproveite para ver outros conteúdos da Locaweb!

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